A cidade de Catiguá acaba de dar um exemplo de vanguarda e compromisso com a vida. Com a recente sanção de uma lei 2901/26 “INSTITUI O PROGRAMA MUNICIPAL “FLOR DE LIS” DE PREVENÇÃO E COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER NO MUNICÍPIO DE CATIGUÁ” que institui a reeducação do agressor, o município assume um papel de liderança na proteção às vítimas de violência doméstica. Este avanço é fruto direto do trabalho incansável e da sensibilidade de duas vereadoras Ana Paula Botós Alexandre e Luana de Oliveira Alves da Costa, de Catiguá, que idealizaram o projeto de lei, somado à ação decisiva do Prefeito Claudemir José Gava, que demonstrou visão administrativa e humanitária ao torná-lo realidade.
Embora a inspiração técnica tenha vindo de uma sugestão do vereador Junior Cecon, da cidade de Itatiba — a quem rendemos as devidas homenagens pela idealização original — o verdadeiro mérito reside na coragem política local. Foram as parlamentares que trouxeram o debate para a Câmara e foi o Prefeito quem entendeu que punir não basta; é preciso prevenir e educar para que o ciclo de violência seja, enfim, interrompido.
A importância desta lei é imensurável. Temos que entender que a reeducação dos agressores é uma ferramenta de proteção para a mulher. Ao confrontar o comportamento violento através de grupos de reflexão, evitamos a reincidência e salvamos vidas que poderiam ser perdidas no amanhã. A violência doméstica é uma ferida aberta que aniquila a dignidade da mulher, mas cujas sequelas são hereditárias: os filhos, espectadores desse sofrimento, carregam traumas que comprometem seu futuro.
Ao priorizar essa lei, Catiguá protege as famílias por inteiro. Estamos cuidando das mães e garantindo que as crianças cresçam em um ambiente de paz, livre do medo. Parabéns às vereadoras pela iniciativa brilhante e ao Prefeito de Catiguá pela sanção que coloca nossa cidade no caminho do respeito e da segurança para todas as mulheres.
Sandra Campos conhece bem a dor e a transformação que podem nascer do sofrimento. Há dois anos, perdeu seu filho, de 24 anos, para o suicídio. Desde então, decidiu transformar a dor em propósito e passou a atuar como ativista pela vida por meio do projeto “Não te julgo, te ajudo!”. Hoje, Sandra se coloca à disposição para ouvir, gratuitamente, pessoas que estejam em sofrimento emocional, oferecendo acolhimento, escuta e humanidade a quem mais precisa. Celular: (11) 94813-7799