STF forma maioria para derrubar prisão especial para quem tem curso superior

STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou ontem (30) maioria de votos para derrubar a prisão especial para quem tem curso superior.

Até o momento, seis ministros da Corte votaram para suspender o artigo do Código de Processo Penal (CPP) que estabeleceu a medida.

Carregando...

A questão é julgada no plenário virtual, modalidade na qual os ministros inserem os votos no sistema virtual e não há deliberação presencial. A votação será encerrada nesta sexta-feira (31).

A maioria de votos foi formada a partir do entendimento do ministro Alexandre de Moraes, relator da ação protocolada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Para o ministro, o dispositivo que garante a prisão especial para quem tem diploma universitário não foi recepcionado pela Constituição. O texto original é de 1941.

Conforme o Artigo 295, inciso VII, do CPP,  pessoas com diploma de curso superior de qualquer faculdade brasileira têm direito à pressão especial, não podendo ficar em uma cela comum com os demais detentos.

“A extensão da prisão especial a essas pessoas caracteriza verdadeiro privilégio que, em última análise, materializa a desigualdade social e o viés seletivo do direito penal, e malfere preceito fundamental da Constituição que assegura a igualdade entre todos na lei e perante a lei”, afirmou o relator.

O voto foi seguido pelos ministros Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Edson Fachin, Rosa Weber e Cármen Lúcia.

 

Por fim, leia mais O Mariliense

Informações: Agencia Brasil

Compartilhe:

Receba Notícias pelo Whatsapp:

Mais lidas hoje

Marília

Nota – Furto de fios elétricos (UBS Chico Mendes)

Marília

Banco de Leite Humano realiza passeata com mães doadoras e gestantes neste domingo

Variedades

A Coragem Política em Catiguá/SP: Um Novo Olhar para a Proteção da Mulher

Marília

Prefeitura continua Operação Cata-Treco em mais bairros da zona Sul a partir de 18 de maio

Esportes

Chapecoense vira sobre o Botafogo e avança na Copa do Brasil

Região

Pompeia reduz em quase 1 mil casos de um ano para o outro, mas combate deve seguir