Danilo da Saúde aponta que novos residenciais garantem acesso à moradia digna

O presidente da Câmara de Marília, o vereador Danilo Bigeschi, o Danilo da Saúde (PSDB), acompanhou a assinatura da ordem de serviço para o início da construção dos 336 apartamentos dos Residenciais Europa e Palmeiras, voltados à população que se enquadra na faixa 1 do programa “Minha Casa, Minha Vida”, e apontou que os imóveis vão garantir acesso à moradia digna às famílias de baixa renda do município que ficaram desassistidas nos últimos anos. Solicitação para novas unidades desta faixa já havia sido feita pelo vereador em requerimento aprovado no início do ano passado, assim como a retomada do programa de desfavelamento.

“No ano passado, apresentamos requerimento solicitando moradias para as famílias de baixa renda. As últimas unidades voltadas a elas são do mandato anterior do prefeito Vinicius Camarinha [PSDB]. Ou seja, ficaram desassistidas todos esses anos, mas agora terão um direito fundamental respeitado, que é o acesso à moradia digna, um lar seguro e com toda a infraestrutura necessária”, destaca o presidente do Legislativo.

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Danilo da Saúde aponta que a habitação social promove ainda segurança, saúde, educação, reduz a desigualdade e impulsiona a economia. “É uma felicidade ver que logo essas famílias estarão vivendo em um lar digno, seguro e sem pagar uma parcela alta. A Câmara vinha solicitando isso [a construção] nos últimos anos, e felizmente agora vai se tornar realidade, por isso ficamos felizes com essa conquista tão importante para a população. Parabenizo o prefeito e toda a sua equipe por entender essa necessidade, firmar parceria com os governos estadual e federal e viabilizar a conquista do imóvel próprio a essas famílias que tanto precisam. Tenho certeza que outros empreendimentos serão anunciados em breve e Marília irá avançar cada vez mais e continuar a cuidar de todos”.

Segundo a prefeitura, do total de unidades nos Residenciais Europa e Palmeiras, uma parte será destinada a famílias em situação de vulnerabilidade social, incluindo ações de desfavelamento, e a outra será definida por sorteio público. As inscrições ainda não estão abertas e informações sobre cadastramento serão divulgadas nos canais oficiais do município. O prazo de execução da obra é de dois anos e, conforme o projeto, um residencial contará com 10 torres e o outro com 11. Eles ficarão na zona Sul da cidade e serão quatro apartamentos por andar. “Garantir moradia digna não é apenas proporcionar um refúgio seguro, é construir uma sociedade mais justa e igualitária”, conclui Danilo da Saúde.

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