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	<title>Esgoto - O Mariliense</title>
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	<title>Esgoto - O Mariliense</title>
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		<title>Índice de acesso ao saneamento básico em Marília é maior que de países desenvolvidos da Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 22:06:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ESGOTO-1024x682.jpeg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ESGOTO-1024x682.jpeg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ESGOTO-300x200.jpeg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ESGOTO-768x512.jpeg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ESGOTO-1536x1023.jpeg 1536w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ESGOTO.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Uma divulgação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o Censo 2022 coloca Marília com um índice de tratamento de esgoto por domicílio maior que Suécia, Itália, Espanha, Dinamarca, Alemanha e outros países europeus. A divulgação nacional foi publicada em 23 de fevereiro, e traz dados sobre as características dos domicílios por cidade. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ESGOTO-1024x682.jpeg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ESGOTO-1024x682.jpeg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ESGOTO-300x200.jpeg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ESGOTO-768x512.jpeg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ESGOTO-1536x1023.jpeg 1536w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ESGOTO.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p style="text-align: justify;">Uma divulgação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o Censo 2022 coloca Marília com um índice de tratamento de esgoto por domicílio maior que Suécia, Itália, Espanha, Dinamarca, Alemanha e outros países europeus.</p>
<p style="text-align: justify;">A divulgação nacional foi publicada em 23 de fevereiro, e traz dados sobre as características dos domicílios por cidade. Já o índice do tratamento do esgoto nos países faz parte da pesquisa Estatísticas Mundiais de Saúde 2023, promovida pela Organização Mundial da Saúde.</p>
<p><strong>Avanço da rede</strong></p>
<p>Do Censo de 2010 até esta divulgação é possível visualizar um avanço e um esforço do Departamento de Água e Esgoto de Marília (Daem) para universalização do serviço. Enquanto eram atendidas 65.828 residências em Marília, na década passada, o número passou para 86.233 atualmente, ou seja, um crescimento de 20.405 famílias com esgotamento sanitário em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">O percentual de casas atendidas também aumentou, passando de 95,79% em 2010 para 97,54% na no Censo 2022. Como já citado, com o índice, Marília fica a frente da imensa maioria dos países desenvolvidos. Logo após Marília, o país que apresenta maior índice de saneamento por residência é a Holanda (97,30%). Alemanha (97%), Espanha (96), Itália (96) e Suécia (95), Portugal (85%) e outros aparecem na sequência.</p>
<p style="text-align: justify;">O índice divulgado recentemente é também o 51º dentre as 645 cidades paulistas. A grande maioria que está à frente se trata de municípios pequenos, como Júlio Mesquita, segunda no ranking com 99,87%.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelos dados do IBGE, 99,93% dos moradores de Marília têm abastecimento adequado de água, 98,5% têm coleta de esgoto, 99,96% têm banheiros regulares e 99,4% dos marilienses têm coleta de lixo. No Brasil, por exemplo, o acesso à rede de esgoto alcança 62,5%, ou seja 62,5% da população brasileira vive em domicílios conectados à rede de esgoto.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os serviços que compõem o saneamento básico, a coleta é a mais difícil, pois demanda uma estrutura mais cara do que os demais, conforme explanou o pesquisador do IBGE, Bruno Perez, um dos responsáveis pelo estudo técnico. “A gente sabe que a rede geral não é extensível à área rural, então o Plano Nacional de Saneamento considera adequadas outras soluções como a fossa séptica”, contextualizou Perez.</p>
<p style="text-align: justify;">“Investir em saneamento básico é investir em saúde. Evita que as pessoas fiquem doentes por doenças de veiculação hídrica e diminui a necessidade de hospitalização de pacientes por causa dessas doenças. Gera economia para o atendimento da Saúde e libera os médicos e enfermeiros para cuidarem de outros casos importantes”, afirmou o prefeito de Marília, Daniel Alonso.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) julga e libera concessão do Daem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 15:14:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marília]]></category>
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<p style="text-align: justify;">Partes relevantes foram mantidas pela Corte e ajustes pontuais estabelecidos, que serão atendidos plenamente pela administração municipal para adequação do certame público.</p>
<p style="text-align: justify;">A Prefeitura Municipal de Marília informa que atenderá integralmente às exigências do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, inclusive submetendo o edital à Vara da Fazenda Pública da Comarca de Marília, para, posteriormente publicar o edital no Diário Oficial do Município de Marília e, consequentemente, dar todo o encaminhamento às demais fases da concessão.</p>
<p style="text-align: justify;">A concessão do departamento, certamente, trará melhorias substanciais e exponenciais no abastecimento da cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Falta de saneamento básico causa mais de 273 mil internações em 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Oct 2021 17:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[doenças de veiculação hídrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="saneamento básico" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020.jpg 960w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020-580x387.jpg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020-860x573.jpg 860w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>No Brasil, a falta de saneamento básico sobrecarregou o sistema de saúde com 273.403 internações por doenças de veiculação hídrica em 2019, um aumento de 30 mil hospitalizações na comparação com ano anterior, além de 2.734 mortes. A incidência de internações foi de 13,01 casos por 10 mil habitantes, o que gerou gastos de R$ [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="saneamento básico" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020.jpg 960w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020-580x387.jpg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020-860x573.jpg 860w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><div class="post-item-wrap">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">No Brasil, a falta de saneamento básico sobrecarregou o sistema de saúde com 273.403 internações por doenças de veiculação hídrica em 2019, um aumento de 30 mil hospitalizações na comparação com ano anterior, além de 2.734 mortes. A incidência de internações foi de 13,01 casos por 10 mil habitantes, o que gerou gastos de R$ 108 milhões ao país naquele ano.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1423556&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1423556&amp;o=node" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Os resultados são do estudo Saneamento e Doenças de Veiculação Hídrica – ano base 2019, do Instituto Trata Brasil, divulgado nesta terça-feira (5). O estudo foi feito a partir de dados públicos do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) e o Datasus, portal do Ministério da Saúde que acompanha os registros de internações, óbitos e outras ocorrências relacionadas à saúde da população.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">No mesmo ano, a falta de acesso à água tratada e ao esgotamento sanitário levaram a 2.734 mortes, uma média de 7,4 mortes por dia. No Nordeste, as mortes ultrapassaram mil casos; no Sudeste, 907; no Sul, 331; no Norte, foram 214; e, no Centro-Oeste, 213 óbitos registrados. Entre as doenças de veiculação hídrica, estão as diarreicas, dengue, leptospirose, esquistossomose e malária.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Além do atual desafio de saúde pública no país devido à pandemia de covid-19, o Trata Brasil mostra que há ainda o desafio histórico da falta de saneamento básico, que acaba levando pessoas aos hospitais diariamente. Segundo dados de 2019, quase 35 milhões de pessoas vivem em locais sem acesso à água tratada, 100 milhões de pessoas sem acesso à coleta de esgoto e somente 49% dos esgotos no país são tratados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">As mais de 273 mil internações por doenças de veiculação hídrica resultaram em um custo de R$ 108 milhões ao país em 2019. A região Nordeste, que em números gerais registrou mais internações, teve a maior despesa com esse tipo de internação &#8211; R$ 42,9 milhões. Na sequência, o Sudeste teve R$ 27,8 milhões com gastos desse tipo, contra R$ 15,2 milhões do Norte, R$ 11,7 milhões do Sul e R$ 10,2 milhões do Centro-Oeste.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Para o Trata Brasil, o estudo destaca a relevância de se acelerar a agenda do saneamento básico com mais investimentos, para que mais pessoas recebam os serviços.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">“Os dados deixam claro que qualquer melhoria no acesso da população à água potável, coleta e tratamento de esgotos traz grandes ganhos à saúde pública. Por outro lado, o não avanço faz perpetuar essas doenças e mortes de brasileiros por não contar com a infraestrutura mais elementar. São hospitalizações que poderiam estar sendo destinadas a doenças mais complexas”, afirmou o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Com isso, o instituto afirma que as pessoas seriam mais saudáveis, e o Brasil trabalharia para cumprir o sexto Objetivo do Desenvolvimento Sustentável, firmado pela ONU, de universalizar o acesso à água e aos serviços de esgotamento sanitário, além das metas do novo Marco Legal do Saneamento, Lei 14.026 de 2020 que estipula o prazo até 2033 para 99% da população ter acesso à água tratada e 90% à coleta dos esgotos.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Regiões</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">O estudo concluiu que as internações por doenças causadas pela falta de saneamento se distribuem pelo país, refletindo as condições sanitárias de cada região, e que a ausência dessa infraestrutura é mais evidente na Região Norte. Lá, apenas 12% da população tem coleta de esgotos e houve 42,3 mil internações por doenças de veiculação hídrica em 2019. De todo volume de esgoto gerado na região – incluindo aquele coletado e o que não é coletado – somente 22% são tratados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Em seguida, vem o Nordeste, onde somente 28% da população tem coleta de esgotos e o tratamento chega só a 33% do volume total de esgoto gerado. A região teve o maior número de hospitalizações, um total de 113,7 mil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">O Sul foi a terceira pior região no que diz respeito ao saneamento, com 46,3% da população tendo acesso à coleta dos esgotos e 47% do esgoto gerado sendo tratado. No Centro-Oeste, 57,7% da população conta com coleta dos esgotos e há 56,8% de tratamento do volume de esgoto gerado. Essas duas regiões registram 27,7 mil internações cada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Já o Sudeste apresentou os melhores indicadores, com 79,2% da população com coleta de esgotos, com 55,5% do total de esgoto gerado sendo tratado. Na região, houve 61,7 mil internações por doenças de veiculação hídrica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Apesar de o Sudeste apresentar números de internação maiores que o Norte, ele tem sete vezes mais habitantes. Portanto, para uma comparação entre bases iguais, o estudo calculou a incidência de internações por 10 mil habitantes. Com isso, observou-se que os estados do Norte e Nordeste concentram os maiores problemas com relação a hospitalizações.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Levando em conta a taxa de incidência por 10 mil habitantes, são 22,9 internações no Norte; 19,9 no Nordeste; 17,2 no Centro-Oeste; 9,26 no Sul; e 6,99 no Sudeste.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">As internações desse tipo, de crianças de zero a quatro anos, correspondem a 30% do valor total, com 81,9 mil internações em 2019, sendo 35,2 mil no Nordeste, 17,6 mil no Norte, 15,6 mil no Sudeste, 6,78 no Sul e 6,7 no Centro-Oeste. No mesmo ano, ocorreram 124 mortes de crianças nessa faixa etária, sendo 54 delas no Nordeste, seguido do Norte com 41, Sudeste com 14, Centro-Oeste com 12 e o Sul com apenas três.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Estados</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Em números absolutos, o Amapá aparece como a unidade da Federação com menos internações por doenças de veiculação hídrica em 2019, com 861, contra 38,2 mil no Maranhão, que teve o maior número de internações. Ultrapassam a marca de 20 mil internações gerais por doenças de veiculação hídrica os estados de Bahia (23,3 mil), de Minas Gerais (24,7 mil), São Paulo (26 mil) e do Pará (28 mil).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Em relação à taxa de internações por 10 mil habitantes, o Maranhão se mantém como o estado com maiores casos, com 54,4 internados a cada 10 mil, seguido de Pará com 32,62, e Piauí com 29,64. O estado do Rio de Janeiro teve a menor taxa de internações por 10 mil habitantes, com 2,84, seguido por São Paulo com 5,67 e o Rio Grande do Sul com 7,14.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Série histórica</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">O estudo revelou que, de 2010 a 2019, o país registrou queda nas internações por doenças de veiculação hídrica, passando de 603,6 mil para 273,4 mil. No entanto, houve aumento de cerca de 30 mil internações de 2018 para 2019.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Segundo avaliação da entidade, os resultados mostram que, mesmo distante do ideal, a expansão do saneamento ao longo dos anos, com a ampliação das áreas de cobertura com água tratada e coleta de esgoto, trouxe ganhos à saúde, permitido a redução das doenças e das mortes por veiculação hídrica. Isso porque, em 2010, 54,6% da população não tinha coleta dos esgotos, enquanto nove anos depois, a população sem acesso foi reduzida a 45,9%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">No mesmo período, houve também queda no número de internações de crianças de zero a quatro anos, passando de 200,6 mil em 2010 e para 81,9 mil em 2019.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Dados na pandemia</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Sobre a relação entre saneamento e doenças em 2020, o Trata Brasil informou que dados preliminares mostram que o país teve 174 mil internações por doenças de veiculação hídrica, o que representaria uma redução de 35% em relação a 2019. No entanto, a entidade explicou que os dados precisam ser analisados pelas instituições médicas, já que a queda pode estar relacionada ao afastamento das pessoas dos hospitais por medo de contaminação por covid-19.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">As mortes por doenças de veiculação hídrica em 2020 foram estimadas em 1,9 mil, o que também representaria uma redução entre 30% e 35% na comparação com o ano anterior.</span></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim, leia mais <a href="https://omariliense.com.br/">O Mariliense</a></p>
<p>Fonte: Agencia Brasil</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/falta-de-saneamento-basico-causa-mais-de-273-mil-internacoes-em-2019/">Falta de saneamento básico causa mais de 273 mil internações em 2019</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Prefeitura da início a interligação de rede de esgoto na bacia do Pombo</title>
		<link>https://omariliense.com.br/prefeitura-da-inicio-a-interligacao-de-rede-de-esgoto-na-bacia-do-pombo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 17:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marília]]></category>
		<category><![CDATA[Bacia]]></category>
		<category><![CDATA[Daem]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2021/08/INTERLIGACAO-ESGOTO-MARILIA.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2021/08/INTERLIGACAO-ESGOTO-MARILIA.jpg 960w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2021/08/INTERLIGACAO-ESGOTO-MARILIA-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2021/08/INTERLIGACAO-ESGOTO-MARILIA-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2021/08/INTERLIGACAO-ESGOTO-MARILIA-580x387.jpg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2021/08/INTERLIGACAO-ESGOTO-MARILIA-860x573.jpg 860w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>A Prefeitura de Marília deu início na última semana à obra de interligação da rede de esgoto da rua Anchieta, região central da cidade, que era muito aguardada pela população daquela região. Para a realização da obra foi necessária a interdição do trecho da rua, sendo que a previsão de conclusão é de 20 dias. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2021/08/INTERLIGACAO-ESGOTO-MARILIA.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2021/08/INTERLIGACAO-ESGOTO-MARILIA.jpg 960w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2021/08/INTERLIGACAO-ESGOTO-MARILIA-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2021/08/INTERLIGACAO-ESGOTO-MARILIA-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2021/08/INTERLIGACAO-ESGOTO-MARILIA-580x387.jpg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2021/08/INTERLIGACAO-ESGOTO-MARILIA-860x573.jpg 860w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A Prefeitura de Marília deu início na última semana à obra de interligação da rede de esgoto da rua Anchieta, região central da cidade, que era muito aguardada pela população daquela região.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Para a realização da obra foi necessária a interdição do trecho da rua, sendo que a previsão de conclusão é de 20 dias. Esse esgoto será interligado no receptor tronco da avenida Santo Antônio e vai até a ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) da bacia do Pombo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O prefeito Daniel Alonso destacou a importância da obra. “Essa interligação vinha sendo reivindicada por moradores e comerciantes naquele entorno, em que havia muito mau cheiro. Com essa obra, iremos resolver mais um grande gargalo, sendo que será retirada toda a tubulação antiga que passa sob o antigo prédio da Telesp.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O presidente do Daem, Marcelo José de Macedo, afirmou que a obra é complexa. “Será um trabalho lento, pois pensávamos que teria 8 metros de profundidade e na realidade será de 16 metros. Os trabalhos de interligação de esgoto não são simples, pois muitas vezes os pontos ficam totalmente opostos ao local das bacias, mas estamos avançando e em breve mais esse problema estará solucionado.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Os engenheiros da Replan, Leonardo Pavarini e José Camilo Mugnai Vieira, explicam que a obra na rua Anchieta utiliza o método não destrutivo para atingir a profundidade ideal. Com essa técnica, não é necessário cortar toda a extensão da rua.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">“A dificuldade maior se dá pela profundidade. Existe um canal de águas pluviais e essa rede é muito antiga. Estamos interceptando até a rua 24 de Dezembro e voltando ao poço de visita original. Esse esgoto será canalizado para a bacia do Pombo. Trata-se de uma obra com grau de dificuldade grande”, disseram os engenheiros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Esse método não destrutivo utiliza uma máquina que faz a perfuração de forma direcional, como explica o diretor da Replan, Reinaldo Pavarini. “Estamos resolvendo um grande problema do centro da cidade e é a última parte do centro que faltava interligar, sendo que será concluída nos próximos dias.”</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><em><span style="font-size: 18pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">INTERLIGAÇÕES</span></em></strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O prefeito Daniel Alonso lembra que 100% das obras das ETEs estão concluídas, mas que as interligações/emissários não param. “A maior parte dos dejetos, que antes eram jogados nos rios, já estão sendo tratados. A nossa gestão concluiu 100% das obras nas bacias do Pombo, do Barbosa e do Palmital, porém as interligações/emissários, que levam o esgoto da casa de cada mariliense até as estações, são obras que nunca terão um fim. É um trabalho contínuo, uma vez que todos os meses/anos surgem novas residências e bairros no nosso município, que vem crescendo muito nesses últimos anos.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Outro ponto importante é o combate ao despejo ilegal de esgoto nas extremidades dos bairros de nossa cidade. A Prefeitura, em um trabalho em conjunto com o Daem, está empenhada para apurar as denúncias, através de fiscalização e combate a esse tipo de prática.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim, leia mais <a href="http://omariliense.com.br/empregos">O Mariliense</a></p>
<p>Fonte: Comunicação PMM</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/prefeitura-da-inicio-a-interligacao-de-rede-de-esgoto-na-bacia-do-pombo/">Prefeitura da início a interligação de rede de esgoto na bacia do Pombo</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Interlocutor do Programa Município Verde Azul realiza vistorias técnicas nas Estações de Tratamento de Esgoto</title>
		<link>https://omariliense.com.br/interlocutor-do-programa-municipio-verde-azul-realiza-vistorias-tecnicas-nas-estacoes-de-tratamento-de-esgoto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2021 13:41:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marília]]></category>
		<category><![CDATA[Esgoto]]></category>
		<category><![CDATA[Inspeção]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="530" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-1024x678.jpeg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-1024x678.jpeg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-300x199.jpeg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-768x509.jpeg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-580x384.jpeg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-860x570.jpeg 860w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-1160x769.jpeg 1160w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>O Interlocutor do Programa Município Verde Azul e Gestor Ambiental, Cassiano Rodrigues Leite, realizou vistorias técnicas nas três ETEs (Estações de Tratamento de Esgoto) do município, que atualmente tratam 100% dos efluentes produzidos em nossa cidade. Na ocasião, acompanhado pelo Coordenador de Serviços, Anilton Santos Rodrigues, vistoriaram as ETEs do Pombo, Palmital e Barbosa, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="530" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-1024x678.jpeg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-1024x678.jpeg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-300x199.jpeg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-768x509.jpeg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-580x384.jpeg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-860x570.jpeg 860w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-1160x769.jpeg 1160w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O Interlocutor do Programa Município Verde Azul e Gestor Ambiental, Cassiano Rodrigues Leite, realizou vistorias técnicas nas três ETEs (Estações de Tratamento de Esgoto) do município, que atualmente tratam 100% dos efluentes produzidos em nossa cidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Na ocasião, acompanhado pelo Coordenador de Serviços, Anilton Santos Rodrigues, vistoriaram as ETEs do Pombo, Palmital e Barbosa, e receberam o Laudo de Monitoramento realizado para análise do tratamento do esgoto e qualidade da água a ser devolvida ao meio ambiente, após os tratamentos adequados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Cassiano Rodrigues Leite mostrou-se satisfeito com os resultados obtidos junto à empresa responsável pela operação das Estações de Tratamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">“Tanto a Demanda Bioquímica de Oxigênio quanto à Demanda Química de Oxigênio apresentam números satisfatórios e demonstram o excelente funcionamento destas estações. O parâmetro analisado encontra-se em conformidade com os limites estabelecidos no Artigo 18, do Decreto Cetesb 8.468/76. Assim, Marília conta com as três Estações de Tratamento de Esgoto em operação, apresentando resultados satisfatórios, conforme requer os órgãos fiscalizadores. Isso colaborará para a elevação das notas no Programa Município Verde Azul em 2021, mantendo a cidade Certificada quanto sua Qualificação Ambiental”, afirmou o interlocutor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O prefeito Daniel Alonso destaca a importância das Estações de Tratamento de Esgoto, tanto para a saúde da população e meio ambiente regional, quanto para atrair investidores ao município.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">“Saímos do zero para 100% do esgoto tratado em Marília em nossa primeira gestão, em um esforço incrível, onde não tínhamos caixa e herdamos dívidas absurdas. Mas sabíamos da importância destas obras, tanto para melhorar a saúde, como para atrair investidores que buscam por cidades que preservam o meio ambiente e visam melhorias na qualidade de vida dos cidadãos. Hoje temos índices excelentes na captação e tratamento dos efluentes. Marília merecia esses números há pelo menos 30 anos, mas, apesar do passado, conseguimos colocar a cidade no rumo certo, e hoje colhemos esses frutos, comprovadamente através da Certificação de Qualificação Ambiental através do Programa Município Verde Azul. Ocupamos o primeiro lugar no Ranking Estadual sobre Município Sustentável, e não mediremos esforços para manter esta colocação e melhorarmos cada vez mais a qualidade de vida dos marilienses”, disse o chefe do Executivo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Marília trata de 100% dos efluentes produzidos na cidade e faz parte de um pequeno e seleto grupo de municípios no país que apresentam este resultado de grande impacto positivo socioambiental.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim leia mais <a href="https://omariliense.com.br/category/marilia/">O Mariliense</a></p>
<p>Fonte: Comunicação PMM</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/interlocutor-do-programa-municipio-verde-azul-realiza-vistorias-tecnicas-nas-estacoes-de-tratamento-de-esgoto/">Interlocutor do Programa Município Verde Azul realiza vistorias técnicas nas Estações de Tratamento de Esgoto</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Trabalho social desenvolvido pela Secretaria de Assistência faz parte das obras do tratamento de esgoto em Marília</title>
		<link>https://omariliense.com.br/trabalho-social-desenvolvido-pela-secretaria-de-assistencia-faz-parte-das-obras-do-tratamento-de-esgoto-em-marilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2020 11:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marília]]></category>
		<category><![CDATA[Esgoto]]></category>
		<category><![CDATA[OBRA DO SÉCULO]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento de Esgoto]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-POMPO-BANNERS-18-12-2020.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-POMPO-BANNERS-18-12-2020.jpg 960w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-POMPO-BANNERS-18-12-2020-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-POMPO-BANNERS-18-12-2020-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-POMPO-BANNERS-18-12-2020-580x387.jpg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-POMPO-BANNERS-18-12-2020-860x573.jpg 860w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Em dia histórico para Marília, o prefeito Daniel Alonso e o Governo Federal, representado pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e pelo secretário Nacional de Habitação, Alfredo dos Santos, inauguraram na manhã do último dia 11 de dezembro, 100% das obras da capacidade de tratamento de esgoto de Marília, com a conclusão da Bacia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-POMPO-BANNERS-18-12-2020.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-POMPO-BANNERS-18-12-2020.jpg 960w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-POMPO-BANNERS-18-12-2020-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-POMPO-BANNERS-18-12-2020-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-POMPO-BANNERS-18-12-2020-580x387.jpg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-POMPO-BANNERS-18-12-2020-860x573.jpg 860w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Em dia histórico para Marília, o prefeito Daniel Alonso e o Governo Federal, representado pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e pelo secretário Nacional de Habitação, Alfredo dos Santos, inauguraram na manhã do último dia 11 de dezembro, 100% das obras da capacidade de tratamento de esgoto de Marília, com a conclusão da Bacia do Palmital – as bacias do Pombo e do Barbosa já estavam prontas e em pleno funcionamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Atrelado às obras das três bacias, Barbosa, Palmital e Pombo, a Sads (Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social), por meio do setor de Projetos Sociais, desenhou e tem executado o projeto socioambiental, que consiste em levar educação ambiental e conscientização à população em relação aos cuidados com o meio ambiente e também em relação ao esgoto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">No ano de 2019 foram desenvolvidas diversas atividades relacionadas à preservação do meio ambiente, das quais destacamos:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">&#8211; Participação dos alunos de 13 a 17 anos (8ºs e 9ºs anos do Ensino Fundamental e dos três anos do Ensino Médio), das escolas públicas e privadas, de concurso para a escolha da mascote das ETEs, tendo por objetivo colocar toda a comunidade escolar em contato com a importância do tratamento de resíduos para a qualidade de vida da população e para o meio ambiente e, assim, por meio dos estudantes, motivar a população para fazer sua parte nos cuidados necessários para preservação das obras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Foram 27 escolas inscritas, entre estaduais e particulares – 19 escolas entregaram os trabalhos e 45 desenhos foram avaliados. O vencedor do concurso foi Filipe Redondo de Oliveira, que criou o “Limpinho”, mascote das ETEs, aluno do 3º ano do Ensino Médio da Escola Estadual Reiko Uemura Tsunokawa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">&#8211; Realização de capacitação de professores e coordenadores das Emefs (Escolas Municipais de Ensino Fundamental) pelo Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), que receberam todas as informações necessárias sobre a obra de tratamento do esgoto. Durante o curso, foram apresentados o objetivo, o cronograma, as datas das visitas de acompanhamento dos projetos e a previsão de realização de feiras escolares ambientais e da 1ª Feira Municipal Ambiental de Marília.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Esses atores sociais foram responsáveis nas escolas municipais por disseminar os benefícios do tratamento do esgoto para a saúde e qualidade de vida da população, planejando, fomentando e identificando os desafios socioambientais locais, por meio da participação coletiva, a fim de contribuir com o bem-estar social na realidade local.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">&#8211; Realização de 19 Feiras Ambientais Escolares, uma em cada Emef;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">&#8211; Promoção de palestras para escolas particulares e empresas com o tema “Benefícios do tratamento do esgoto para a saúde e qualidade de vida da população”, com o objetivo de sensibilizar a comunidade sobre a importância do tratamento de esgoto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">&#8211; Realização da 1ª Feira Municipal Ambiental, com a participação de todas as Emefs e de parceiros, dentre os quais Life, Dori, Unimar, Replan, Diretoria Regional de Ensino, Cor &amp; Vida, Unesp, Vegui, Sesi, Mulheres Empreendedoras, Fumares, Associação de Mulheres Feito a Mão, Coca-Cola FEMSA Brasil, Grupo ZDA (Bel), Tetrapack, entre muitos outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">&#8211; Exposição itinerante, em prédios públicos e privados de Marília, de uma das maquetes sobre a obra do esgoto que fez parte da 1ª Feira Municipal Ambiental. A maquete que teve como tema “O caminho das águas” foi confeccionada por alunos dos 4º anos do Ensino Fundamental I da Emef Profª. Edmea Braz Rojo Sola na Zona Norte de Marília, com supervisão das professoras Elaine Siqueira de Castro Scombatti e Elizandra Caparros Quinelatto Pais. Abordou todo o caminho da água desde a sua captação no rio, tratamento, ida para as casas, volta em forma de esgoto até o processo principal do tratamento dos rejeitos em bacias de decantação. Depois desse processo a água sendo novamente devolvida ao rio e seus afluentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">&#8211; Início de capacitação, em fevereiro de 2020, de agentes comunitários de saúde e de endemias no Senac, com a previsão de participação de aproximadamente 320 agentes, tendo por objetivo prepará-los para lidar com questões de saneamento básico no município. Depois de capacitados, os agentes multiplicarão entre os moradores da cidade, os conceitos de higiene, saúde e saneamento básico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">A capacitação foi interrompida em virtude da pandemia, mas assim que possível terá continuidade e os agentes terão conhecimento sobre o que é saneamento básico e discutirão temas relacionados à melhoria da qualidade de vida de famílias vulneráveis, modos de abordar o assunto com a população que necessita ser informada, além de formas de prevenir doenças.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Além dessas atividades, o Trabalho Social, que é aprovado e supervisionado pela Caixa, tem várias ações já aprovadas e que estão suspensas devido ao coronavírus, mas que serão retomadas assim que possível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Segundo a secretária municipal de Assistencia e Desenvolvimento Social, Wania Lombardi, “as Estações de Tratamento de Esgoto deixarão um legado para as futuras gerações de marilienses, melhorando a saúde e a qualidade de vida da população, além de atrair novas empresas à cidade, passando a gerar mais emprego e renda”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Wania Lombardi lembrou também que a Sads, mesmo com a pandemia da Covid-19, não tem medido esforços para dar continuidade a esse trabalho, sempre de maneira segura, mantendo o distanciamento social, utilizando álcool em gel e máscaras, garantindo assim a proteção de todos os envolvidos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">“Já temos várias atividades prontas e aprovadas para serem executadas e dar continuidade ao projeto socioambiental, mas todas elas são presenciais e devemos evitar aglomerações a todo custo. Só retomaremos as atividades quando for seguro para todos”, afirmou a secretária.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Fonte: Comunicação PMM</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Por fim, leia mais em <a href="https://omariliense.com.br/">O Mariliense</a></span></p>The post <a href="https://omariliense.com.br/trabalho-social-desenvolvido-pela-secretaria-de-assistencia-faz-parte-das-obras-do-tratamento-de-esgoto-em-marilia/">Trabalho social desenvolvido pela Secretaria de Assistência faz parte das obras do tratamento de esgoto em Marília</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Em dia histórico, prefeito Daniel Alonso e Governo Federal inauguram 100% das obras do tratamento de esgoto em Marília</title>
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		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 17:59:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marília]]></category>
		<category><![CDATA[Entregue]]></category>
		<category><![CDATA[Esgoto]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/TRATAMENTO-DE-ESGOTO-11-12-2020.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/TRATAMENTO-DE-ESGOTO-11-12-2020.jpg 960w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/TRATAMENTO-DE-ESGOTO-11-12-2020-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/TRATAMENTO-DE-ESGOTO-11-12-2020-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/TRATAMENTO-DE-ESGOTO-11-12-2020-580x387.jpg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/TRATAMENTO-DE-ESGOTO-11-12-2020-860x573.jpg 860w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Em dia histórico, que marcou a quebra de um tabu de quase 30 anos, o prefeito Daniel Alonso e o Governo Federal, representado pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e pelo secretário Nacional de Habitação, Alfredo dos Santos, inauguraram na manhã desta sexta-feira, dia 11, os 100% das obras da capacidade de tratamento de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/TRATAMENTO-DE-ESGOTO-11-12-2020.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/TRATAMENTO-DE-ESGOTO-11-12-2020.jpg 960w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/TRATAMENTO-DE-ESGOTO-11-12-2020-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/TRATAMENTO-DE-ESGOTO-11-12-2020-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/TRATAMENTO-DE-ESGOTO-11-12-2020-580x387.jpg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/TRATAMENTO-DE-ESGOTO-11-12-2020-860x573.jpg 860w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Em dia histórico, que marcou a quebra de um tabu de quase 30 anos, o prefeito Daniel Alonso e o Governo Federal, representado pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e pelo secretário Nacional de Habitação, Alfredo dos Santos, inauguraram na manhã desta sexta-feira, dia 11, os 100% das obras da capacidade de tratamento de esgoto de Marília, com a conclusão da Bacia do Palmital – as bacias do Pombo e do Barbosa já estavam prontas e em pleno funcionamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A solenidade foi realizada na Bacia do Palmital, que fica próximo ao distrito de Dirceu, e reuniu dezenas de outras autoridades, como o atual vereador e vice-prefeito eleito Cícero do Ceasa; o presidente da Câmara, Marcos Rezende; a presidente do PL Mulher, Dani Alonso, que representou a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Selma Regina Mazuqueli Alonso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A Caixa Econômica Federal, parceira na execução da obra, foi representada pelo superintendente Regional, José Augusto Baungart; pelo supervisor Guilherme Ferraz e pelo gerente da agência Marília, Carlos Alberto Traballi.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A Replan Saneamento e Obras, empresa mariliense responsável pela obra, foi representada pelo diretor-presidente Reinaldo Pavarini e diversos engenheiros. Estiveram presentes ainda vereadores da atual legislatura e também alguns vereadores eleitos, além de secretários municipais, empresários e representantes de diversos órgãos e entidades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Chamada de obra do século, as ETEs (Estações de Tratamento de Esgoto) deixarão um legado para as futuras gerações de marilienses, melhorando a saúde e a qualidade de vida da população, além de atrair novas empresas à cidade, passando a gerar mais emprego e renda.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, que representou o presidente da República, Jair Bolsonaro, parabenizou Marília pela grande obra. “Tenho que agradecer a oportunidade de estar aqui em Marília e também ao prefeito Daniel Alonso pela receptividade. É a obra mais importante que um administrador público pode proporcionar à população, pois se retira do sistema de saúde vários tipos de doença, melhorando a qualidade de vida os moradores. Por isso, Marília hoje tem muito a comemorar. Depois de 26 anos, a cidade ganha esse grande presente e Marília tem a sorte de ter um prefeito como o Daniel, que lutou e muito para que essa obra se tornasse realidade. Marília realmente é um município privilegiado e temos marilienses ilustres que compõem o nosso ministério.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O prefeito Daniel Alonso ressaltou a importância da obra. &#8220;A nossa gestão resolveu o maior problema ambiental de Marília e de mais de 90 municípios da região, já que todo o nosso esgoto era jogado in natura no Rio do Peixe e seus afluentes. Além de saúde e qualidade de vida, o tratamento de esgoto vai atrair novas empresas a nossa cidade e, consequentemente, mais empregos à população. Agradeço ao ministro Rogério Marinho e ao secretário Alfredo dos Santos pelo apoio para que essa obra tão importante se tornasse realidade em Marília. São muitas pessoas que deram suporte para a obra do tratamento de esgoto fosse concluída e deixou meu agradecimento a todos. É uma obra grandiosa, com 430 mil m² de construção, o que equivale a 80 estádios de futebol, que irá tratar 1.112 litros de esgoto por segundo, fazendo com que Marília atinja outro patamar e integre o seleto número de municípios que tem o seu esgoto tratado”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Em apenas três anos, Marília passou de uma das piores cidades no quesito saneamento básico para uma cidade que caminha rumo à universalização do serviço de tratamento de água e de esgoto. No ranking elaborado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, Marília recebeu nota 2,33 em 2017. Em 2020, a nota pulou para 383,47.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><em><strong><span style="font-size: 20pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">30 ANOS DE INÉRCIA POLÍTICA</span></strong></em></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Desde o início da década de 90 a população de Marília assistiu a um verdadeiro jogo de interesses políticos, que colocou de lado o mais importante: o desenvolvimento da cidade e a melhoria da qualidade de vida de toda a comunidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Mesmo com intervenções da Justiça, ao longo de quase 30 anos os sucessivos prefeitos não conseguiram resolver o problema ambiental da cidade. Ao contrário, o que se viu foi o engavetamento do projeto por mais de uma década, entre 1995 e 2007.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Em 2008, nova licitação prevê conclusão da obra para 2015, o que não aconteceu e fez com que o Ministério Público Federal passasse a investigar destinação dos recursos: R$ 55 milhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A situação ficou ainda mais complicada com abertura de nova licitação em 2013, a um custo de R$ 108,9 milhões, com a construtora OAS. Em 2015, as obras são paralisadas devido à falta de pagamento, acumulando um prejuízo de R$ 38 milhões aos cofres públicos. No mesmo ano, a prefeitura anuncia a retomada da obra, porém, com um aumento no contrato que passou de R$ 108,9 milhões para R$ 137 milhões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A queda de braço entre a prefeitura, bancos públicos, Justiça, ONGs de Meio Ambiente e a população &#8211; a mais atingida pela inércia das administrações municipais que se sucederam ao longo de quase três décadas – não alterou o cronograma e as obras das ETEs foram completamente abandonadas até o final de 2016.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O ano de 2017 marca um novo período na história política de Marília, com o mandato do prefeito Daniel Alonso. Desde o início de sua campanha, ele tornou público seu compromisso de entregar à população da cidade 100% do esgoto tratado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O chefe do Executivo agradeceu aos parceiros pela determinação e coragem em realizar essa obra grandiosa. “Em nome da população agradecemos ao Governo Federal, à Caixa, à Replan, à Câmara Municipal, ao Daem, ao Daee e ao Comitê de Bacias Hidrográficas do Aguapeí-Peixe pela parceria, viabilizando a realização da maior obra da história de Marília”, afirmou Daniel Alonso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Um dado interessante, mas que passa despercebido da maioria da população é a obra de infraestrutura subterrânea, necessária para a operação do complexo das ETEs. Foram instalados milhares de metros lineares de tubulações, dezenas de quilômetros de emissários, elevatórias e bombeamentos.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><em><strong><span style="font-size: 20pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">BACIA DO PALMITAL</span></strong></em></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A ETE da bacia do Palmital, a terceira e última etapa do projeto, ocupa uma área de 157 mil m² na zona Leste da cidade, ao lado do distrito de Dirceu, com acesso pelo final da Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, que atenderá uma população de 109 mil habitantes.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-48035 size-large" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-1024x678.jpeg" alt="" width="1024" height="678" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-1024x678.jpeg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-300x199.jpeg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-768x509.jpeg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-580x384.jpeg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-860x570.jpeg 860w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31-1160x769.jpeg 1160w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/ETE-PALMITAL-31.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">São duas grandes lagoas de aeração, medindo cada uma 133 metros de comprimento por 77,40m de largura e profundidade de 5 metros. Existem outras quatro lagoas de decantação, com 133m de comprimento por 7 metros de largura. Serão tratados 487 litros de esgoto por segundo na bacia do Palmital.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong><span style="font-size: 20pt;">POMBO E BARBOSA</span></strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Em 2019 o prefeito Daniel Alonso já havia entregado as duas primeiras obras do sistema: a Bacia do Pombo e Bacia do Barbosa, já estão em pleno funcionamento, que juntas tratam 70% do esgoto de Marília. A bacia do Pombo recebe 209 litros/segundo e atende uma população de 47 mil pessoas das zonas Oeste e Norte. A bacia do Barbosa atende 85 mil pessoas da região central e da zona Sul com 416 litros/segundo de esgoto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Devolução do Esgoto Tratado ao Meio Ambiente – O esgoto tratado é devolvido ao meio ambiente com aproximadamente 99% de pureza. Apesar de não ser potável, a água resultante do processo pode ser utilizada como água de reuso para lavagem de vias e praças públicas, irrigação, ou devolvida aos rios e córregos, sem poluir o meio ambiente, pois seu tratamento possibilita esse retorno à natureza sem nenhum tipo de degradação ou dano ambiental.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim, leia mais <a href="https://omariliense.com.br/category/marilia/">O Mariliense</a></p>
<p>Fonte: Comunicação PMM</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/em-dia-historico-prefeito-daniel-alonso-e-governo-federal-inauguram-100-das-obras-do-tratamento-de-esgoto-em-marilia/">Em dia histórico, prefeito Daniel Alonso e Governo Federal inauguram 100% das obras do tratamento de esgoto em Marília</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Prefeito Daniel Alonso inaugura nesta sexta 100% das obras do tratamento de esgoto em Marília</title>
		<link>https://omariliense.com.br/prefeito-daniel-alonso-inaugura-nesta-sexta-100-das-obras-do-tratamento-de-esgoto-em-marilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2020 22:49:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marília]]></category>
		<category><![CDATA[Esgoto]]></category>
		<category><![CDATA[Inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[OBRA DO SÉCULO]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/INAUGURAÇÃO-ESGOTO-09-12-20.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="ESGOTO" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/INAUGURAÇÃO-ESGOTO-09-12-20.jpg 960w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/INAUGURAÇÃO-ESGOTO-09-12-20-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/INAUGURAÇÃO-ESGOTO-09-12-20-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/INAUGURAÇÃO-ESGOTO-09-12-20-580x387.jpg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/INAUGURAÇÃO-ESGOTO-09-12-20-860x573.jpg 860w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>O prefeito Daniel Alonso inaugura nesta sexta-feira, dia 11 de dezembro, a partir das 9h, os 100% das obras da capacidade de tratamento de esgoto de Marília, com a conclusão da Bacia do Palmital – as bacias do Pombo e do Barbosa já estavam prontas e em pleno funcionamento. A solenidade irá acontecer na Bacia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/INAUGURAÇÃO-ESGOTO-09-12-20.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="ESGOTO" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/INAUGURAÇÃO-ESGOTO-09-12-20.jpg 960w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/INAUGURAÇÃO-ESGOTO-09-12-20-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/INAUGURAÇÃO-ESGOTO-09-12-20-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/INAUGURAÇÃO-ESGOTO-09-12-20-580x387.jpg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/12/INAUGURAÇÃO-ESGOTO-09-12-20-860x573.jpg 860w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">O prefeito Daniel Alonso inaugura nesta sexta-feira, dia 11 de dezembro, a partir das 9h, os 100% das obras da capacidade de tratamento de esgoto de Marília, com a conclusão da Bacia do Palmital – as bacias do Pombo e do Barbosa já estavam prontas e em pleno funcionamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">A solenidade irá acontecer na Bacia do Palmital, que fica próximo ao distrito de Dirceu, com acesso pelo final da avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, zona leste da cidade. </span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">O evento contará com a presença do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, que estará representado o presidente da República, Jair Bolsonaro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Diversas outras autoridades estaduais e municipais estarão presentes à cerimônia, sendo que a obra quebra um tabu de mais de 30 anos e deixa um legado para as futuras gerações de marilienses e que repercutirá por toda a região, melhorando a saúde e a qualidade de vida da população.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">É importante destacar que, com a conclusão de 100% das obras das estações de tratamento de esgoto, terá sequência a etapa de finalização do tratamento com os recursos de mais R$1.500.000,00, vindos do Comitê de Bacias do Aguapeí-Peixe, em parceria com o Daee, na busca de emissários clandestinos e redes coletoras para concluir esse tratamento, prosseguindo assim a interligação dessas redes coletoras, deixando todo o sistema em operação e funcionamento em sua totalidade e, principalmente, retirando de todos os pontos de rios, córregos e afluentes qualquer lançamento de emissário clandestino de esgoto no município.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Daniel Alonso falou sobre a importância da obra. &#8220;Resolvemos o maior problema ambiental de Marília e de mais de 90 municípios da região, já que todo o nosso esgoto era jogado in natura no Rio do Peixe e seus afluentes. Além de mais saúde e qualidade de vida, a expectativa é que o tratamento de esgoto traga também desenvolvimento econômico, já que muitas empresas buscam municípios com o selo de 100% do esgoto tratado para se instalarem. E essa obra sempre terá sequência, pois novos empreendimentos surgirão e haverá necessidade de novas interligações”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Em apenas três anos, Marília passou de uma das piores cidades no quesito saneamento básico para uma cidade que caminha rumo à universalização do serviço de tratamento de água e de esgoto. No ranking elaborado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, Marília recebeu nota 2,33 em 2017. Em 2020, a nota pulou para 383,47.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Chamada “Obra do Século”, concretizada em tempo recorde, tem 430 mil metros de construção &#8211; equivalente a 80 estádios de futebol &#8211; e vai tratar 1.112 litros de esgoto por segundo, com um sistema de tratamento de última geração importado da Alemanha, país referência em tecnologia voltada para meio ambiente.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">30 ANOS DE INÉRCIA POLÍTICA</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Desde o início da década de 90 a população de Marília assistiu a um verdadeiro jogo de interesses políticos, que colocou de lado o mais importante: o desenvolvimento da cidade e a melhoria da qualidade de vida de toda a comunidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Mesmo com intervenções da Justiça, ao longo de quase 30 anos os sucessivos prefeitos não conseguiram resolver o problema ambiental da cidade. Ao contrário, o que se viu foi o engavetamento do projeto por mais de uma década, entre 1995 e 2007.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Em 2008, nova licitação prevê conclusão da obra para 2015, o que não aconteceu e fez com que o Ministério Público Federal passasse a investigar destinação dos recursos: R$ 55 milhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">A situação ficou ainda mais complicada com abertura de nova licitação em 2013, a um custo de R$ 108,9 milhões, com a construtora OAS. Em 2015, as obras são paralisadas devido à falta de pagamento, acumulando um prejuízo de R$ 38 milhões aos cofres públicos. No mesmo ano, a prefeitura anuncia a retomada da obra, porém, com um aumento no contrato que passou de R$ 108,9 milhões para R$ 137 milhões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">A queda de braço entre a prefeitura, bancos públicos, Justiça, ONGs de Meio Ambiente e a população &#8211; a mais atingida pela inércia das administrações municipais que se sucederam ao longo de quase três décadas – não alterou o cronograma e as obras das ETEs foram completamente abandonadas até o final de 2016.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">O ano de 2017 marca um novo período na história política de Marília, com o mandato do prefeito Daniel Alonso. Desde o início de sua campanha, ele tornou público seu compromisso de entregar à população da cidade 100% do esgoto tratado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">O chefe do Executivo agradeceu aos parceiros pela determinação e coragem em realizar essa obra grandiosa. “Com a obra do esgoto, Marília muda de patamar e irá atrair grandes empresas, que irão gerar muitos empregos para a nossa população. Em nome da população, agradecemos ao Governo Federal, à Replan, à Câmara Municipal, ao Daem e ao Daee pela parceria, viabilizando a realização dessa obra, que resolve o maior problema ambiental da nossa cidade”, afirmou Daniel Alonso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Um dado interessante, mas que passa despercebido da maioria da população é a obra de infraestrutura subterrânea, necessária para a operação do complexo das ETEs. Foram instalados milhares de metros lineares de tubulações, dezenas de quilômetros de emissários, elevatórias e bombeamentos.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">BACIA DO PALMITAL</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">A ETE da bacia do Palmital, a terceira e última etapa do projeto, ocupa uma área de 157 mil m² na zona Leste da cidade, ao lado do distrito de Dirceu, com acesso pelo final da Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">São duas grandes lagoas de aeração, medindo cada uma 133 metros de comprimento por 77,40m de largura e profundidade de 5 metros. Existem outras quatro lagoas de decantação, com 133m de comprimento por 7 metros de largura. Serão tratados 487 litros de esgoto por segundo na bacia do Palmital.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">POMBO E BARBOSA</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Em 2019 o prefeito Daniel Alonso já havia entregado as duas primeiras obras do sistema: a Bacia do Pombo e Bacia do Barbosa, já estão em pleno funcionamento, que juntas tratam 70% do esgoto de Marília. A bacia do Pombo recebe 209 litros/segundo e atende uma população de 47 mil pessoas das zonas Oeste e Norte. A bacia do Barbosa atende 85 mil pessoas da região central e da zona Sul com 416 litros/segundo de esgoto.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">COMO FUNCIONA A ETE</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">O funcionamento da ETE é dividido em sete etapas:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;"><strong>Gradeamento</strong> – O esgoto que vem das residências contém em média 1% de matéria orgânica e 99% de água. A primeira etapa do tratamento é a retenção de materiais grosseiros, como lixo, em um sistema formado por grades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;"><strong>Desarenação</strong> – Na caixa de areia mecanizada, é feita a remoção dos sólidos presentes no esgoto, como areia, pedras, e detritos sólidos de pequeno tamanho, que passaram pelo gradeamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;"><strong>Geração de Ar Difuso</strong> – Três geradores de ar difuso importados produzem o ar que será injetado nas lagoas de aeração, em alta pressão. O sistema é considerado rápido e eficiente, pois potencializa a proliferação de microrganismos que consumirão a matéria orgânica do esgoto, acelerando o processo biológico devido à utilização do ar difuso. O ar pode atingir uma alta temperatura que pode chegar a 100 graus.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;"><strong>Lagoas de Aeração</strong> – Já sem sólidos visíveis, o esgoto é enviado para o tratamento biológico na lagoa de Aeração. Lá, ele é exposto à ação de microrganismos que promovem a degradação do esgoto e condensam em flocos, a matéria orgânica, que até então estava dissolvida no esgoto. Nesta etapa são feitas verificações das características do esgoto para adequação do processo de tratamento, tais como a quantidade de ar para a flotação das partículas e a separação da água dos flocos resultante desta primeira etapa de tratamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;"><strong>Lagoas de Decantação</strong> – Após o tratamento biológico, o líquido resultante do processo é submetido a um processo de decantação. Os flocos formados vão para o fundo das lagoas, separando-se da parte líquida, que já está livre de impurezas. No fundo estes flocos se juntam a outros, formando o lodo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;"><strong>Leito de Secagem</strong> – O lodo produzido durante o processo de decantação será retirado do fundo das lagoas, desidratado, colocado para secar no leito de secagem e posteriormente será transportado para um aterro sanitário especializado. O material após seco pode ser utilizado em diversas aplicações, desde a construção civil, adubo ou ser descartado em aterro sanitário sem provocar danos ao meio ambiente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;"><strong>Devolução do Esgoto Tratado ao Meio Ambiente</strong> – O esgoto tratado é devolvido ao meio ambiente com aproximadamente 99% de pureza. Apesar de não ser potável, a água resultante do processo pode ser utilizada como água de reuso para lavagem de vias e praças públicas, irrigação, ou devolvida aos rios e córregos, sem poluir o meio ambiente, pois seu tratamento possibilita esse retorno à natureza sem nenhum tipo de degradação ou dano ambiental.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Fonte: Comunicação PMM</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Por fim, leia mais em <a href="https://omariliense.com.br/">O Mariliense</a></span></p>The post <a href="https://omariliense.com.br/prefeito-daniel-alonso-inaugura-nesta-sexta-100-das-obras-do-tratamento-de-esgoto-em-marilia/">Prefeito Daniel Alonso inaugura nesta sexta 100% das obras do tratamento de esgoto em Marília</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Governo de SP anuncia 530 mil ligações de esgoto na bacia do Pinheiros</title>
		<link>https://omariliense.com.br/governo-de-sp-anuncia-530-mil-ligacoes-de-esgoto-na-bacia-do-pinheiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2020 11:44:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Região]]></category>
		<category><![CDATA[Esgoto]]></category>
		<category><![CDATA[Ligações]]></category>
		<category><![CDATA[Pinheiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="saneamento básico" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020.jpg 960w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020-580x387.jpg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020-860x573.jpg 860w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Até 2022, o governo do estado de São Paulo construirá a infraestrutura para a coleta e tratamento de esgoto em mais de 530 mil imóveis de comunidades informais instaladas nas proximidades do Rio Pinheiros, na capital paulista. A previsão é do secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente, Marcos Penido.  Segundo a pasta, por se tratar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="saneamento básico" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020.jpg 960w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020-580x387.jpg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ESGOTO-PINHEIROS-27-10-2020-860x573.jpg 860w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Até 2022, o governo do estado de São Paulo construirá a infraestrutura para a coleta e tratamento de esgoto em mais de 530 mil imóveis de comunidades informais instaladas nas proximidades do Rio Pinheiros, na capital paulista. A previsão é do secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente, Marcos Penido. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1391576&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1391576&amp;o=node" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Segundo a pasta, por se tratar de comunidades instaladas em áreas irregulares, o tratamento do esgoto será feito por pequenas estações, chamadas de unidades de recuperação da qualidade da água, nos próprios córregos por onde o esgoto chegaria ao Rio Pinheiros. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">“Teremos todas as comunidades em áreas informais dessa bacia tratadas dentro de uma lógica que é do tratamento no afluente, no próprio corpo, nas miniestações de tratamento&#8221;, explicou Penido, ao participar hoje (26) do evento Brazil Water Week, promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes). De acordo com o secretário, o esgoto dessas comunidades, em que não é possível &#8220;ir na porta&#8221;, por questões legais da informalidade, será tratado no próprio afluente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O projeto Novo Rio Pinheiros prevê intervenções em áreas de todas as sub-bacias dos grandes afluentes do rio, onde vivem cerca de 3,3 milhões de pessoas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Estimado em R$ 1,5 bilhão, o pacote de obras tem o objetivo de devolver o Rio Pinheiros limpo para a população até 2022.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim, leia mais <a href="https://omariliense.com.br/category/marilia/">O Mariliense</a></p>
<p>Fonte: Agencia Brasil</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/governo-de-sp-anuncia-530-mil-ligacoes-de-esgoto-na-bacia-do-pinheiros/">Governo de SP anuncia 530 mil ligações de esgoto na bacia do Pinheiros</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>ESGOTO SANITÁRIO POR REDE ESTÁ AUSENTE EM 39,7% DAS CIDADES BRASILEIRAS</title>
		<link>https://omariliense.com.br/esgoto-sanitario-por-rede-esta-ausente-em-397-da-cidades-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2020 13:56:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Esgoto]]></category>
		<category><![CDATA[Rede sanitária]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/07/ESGOTO-NO-BRASIL-22-07-2020.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/07/ESGOTO-NO-BRASIL-22-07-2020.jpg 960w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/07/ESGOTO-NO-BRASIL-22-07-2020-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/07/ESGOTO-NO-BRASIL-22-07-2020-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/07/ESGOTO-NO-BRASIL-22-07-2020-580x387.jpg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2020/07/ESGOTO-NO-BRASIL-22-07-2020-860x573.jpg 860w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>O serviço de esgotamento sanitário por rede coletora estava ausente em 39,7% dos municípios brasileiros (2.211) em 2017. Em 1989, a oferta desse serviço não existia em 52,7% das cidades. Os dados constam da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB) 2017, divulgada hoje (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o levantamento, [&#8230;]</p>
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<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Segundo o levantamento, a cobertura do esgotamento sanitário por rede passou de 55,2% (3.069 municípios) em 2008 para 60,3% (3.359) em 2017, sendo que, em 3.206 localidades, o serviço estava em funcionamento e 153 em implantação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Enquanto no Sudeste a rede de esgoto atendia a 96,5% das cidades, no Norte esse percentual era de apenas 16,2%. No Nordeste, esse serviço estava presente em 52,7% dos municípios, no Sul, em 44,6%, e no Centro-Oeste, em 43%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">A pesquisa mostra, ainda, que são gerados 21,3 milhões de metros cúbicos de esgoto por dia no Brasil. Deste total, 67% do volume de esgoto gerado (14,3 milhões de metros cúbicos por dia) é coletado por rede.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><em><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 18pt;">ESGOTO COLETADO</span></strong></em></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">O volume de esgoto tratado por dia apurado pela pesquisa 2017 (11 milhões de m³) corresponde a 77,1% do volume de esgoto coletado, medido ou estimado pelas entidades executoras. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Segundo a gerente de pesquisas de saneamento do IBGE, Fernanda Malta, a maior parte do esgoto coletado que não recebe tratamento é descartado diretamente nos cursos d&#8217;água sem tratamento. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">“Há ainda casos em que as legislações locais estabelecem que os domicílios devem tratar seu esgoto em fossas sépticas individuais e descartá-lo na rede já com tratamento”, explicou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Quanto ao tratamento, 62,8% dos municípios com serviço em funcionamento (2.013) tinham estações de tratamento de esgoto em operação. Centro-Oeste e Sul registraram os maiores percentuais de cidades com estações (94,4% e 71,7%, respectivamente), enquanto o Nordeste, o menor (51,2%).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Entre as localidades com serviço de esgotamento, 37,2% não tinham tratamento, chegando a 48,8% no Nordeste, 37,3% no Sudeste, 30,6% no Norte, 28,3% no Sul e 5,6% no Centro-Oeste.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18pt;"><em><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">TRATAMENTO</span></strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Em relação ao nível do tratamento (preliminar, primário, secundário e terciário, em ordem crescente de eficiência), 69,8% do volume tratado recebiam tratamento do tipo secundário (oxidação da carga orgânica pela ação de microrganismos), 21,9% terciário (retirada de poluentes como nutrientes, patogênicos, sólidos inorgânicos dissolvidos e em suspensão), 5,9% primário (remoção de sólidos em suspensão sedimentáveis e de sólidos flutuantes), 2,4% tratamento apenas preliminar (retirada de óleo, detritos flutuantes e areia ).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Havia, em 2017, 35,3 milhões de domicílios onde houve pagamento de conta e/ou coleta de esgoto no país, um crescimento de 39,2% em relação a 2008 (25,4 milhões). Esse número corresponde a 50,8% dos domicílios do país. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;">Na Região Norte, 4,7 milhões de domicílios (92,6%) não tinham o serviço de esgoto sanitário coletado por rede. No Nordeste, eram 13,6 milhões de domicílios (74,6%). No Sul, 6,2 milhões (58,4%), no Centro-Oeste, 2,6 milhões (49,2%) e no Sudeste, 7,1 milhões (23,3%).</span></p>
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<p>fonte: Agencia Brasil</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/esgoto-sanitario-por-rede-esta-ausente-em-397-da-cidades-brasileiras/">ESGOTO SANITÁRIO POR REDE ESTÁ AUSENTE EM 39,7% DAS CIDADES BRASILEIRAS</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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