Sobram vagas e faltam profissionais qualificados em Tecnologia da Informação

As contratações do setor de tecnologia da informação e comunicação no Brasil tiveram uma variação positiva de 3,3%, se comparada com o mesmo período de 2021, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). É o que aponta o “Monitor de Empregos e Salários” – relatório de acompanhamento mensal do mercado de trabalho produzido pela entidade. Ele mostra, ainda, que a geração de empregos do macrossetor de TI e Comunicação (TIC) não só cresceu em 2021, como continuará alta até 2024, com uma demanda de 400 mil vagas.

Celso Serrano Araújo, docente da área de tecnologia da informação do Senac Marília, comenta que o mercado de trabalho se transformou e, hoje, exige um novo perfil de profissional, aquele que consegue ser multitarefas em um ambiente em frequente mudança. “É importante ter especializações, mas é preciso estar sempre disposto a aprender, ter disponibilidade para trabalhar em áreas distintas, e um diferencial importante é desenvolver habilidades socioemocionais”, pontua.

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Outras competências valorizadas no profissional de TI contemplam ainda, criatividade, adaptabilidade, visão global dos negócios e habilidade para se relacionar com pessoas. Todas essas características, segundo Celso, são necessárias tanto para quem quer entrar no mundo do trabalho quanto para quem deseja construir um plano de carreira.

 “As equipes são compostas por profissionais com conhecimentos diferentes, que atuam por um objetivo comum e dificilmente um profissional executará suas atividades de forma isolada. Portanto, devemos ser capazes de aprender de forma adaptativa, tomar boas decisões e trabalhar bem com outras pessoas”.

O profissional da área de tecnologia da informação poderá atuar desde o gerenciamento de informações em uma organização, criando e implantando projetos de redes de computadores, até realizar a manutenção de microcomputadores, dar suporte à informática, atuar no desenvolvimento de software e websites em centros de processamentos de dados e provedores de acesso à internet, ou administrar o próprio negócio.

“As especialidades mais procuradas e que estão em falta são aquelas relacionadas a vídeos, armazenamento em nuvem, mobilidade, segurança cibernética, desenvolvimento de software, além da Internet das Coisas (IoT), conceito que se refere à interconexão digital de objetos do dia a dia com a rede de computadores”, pontua o docente.

Para os interessados em se qualificar na área, o Senac Marília tem formações diversas e que estão com inscrições abertas, inclusive no Programa Senac de Gratuidade.

 

Por fim, leia mais O Mariliense

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