Projeto Nascentes inicia estudos para recuperação de área de preservação na zona oeste da cidade

A Prefeitura de Marília realizou na terça-feira, dia 5 de outubro, por meio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e de Limpeza Pública, vistoria técnica em nascente localizada na Avenida José da Silva Nogueira Júnior, zona oeste do município.

A visita estava prevista no cronograma do Projeto Nascentes, que está monitorando 1.448 olhos d’água identificados através de sensoriamento remoto e vem protegendo e recuperando os recursos hídricos do município.

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Segundo o chefe do Meio Ambiente, Cassiano Rodrigues Leite, o Projeto Nascentes é um grande avanço ambiental em Marília e destaca a cidade no Estado de São Paulo.

“Poucos municípios identificaram e estão preservando todas as suas nascentes. Marília mais uma vez sai na frente e torna-se exemplo para outras cidades. A administração pública está empenhada em desenvolver uma gestão ambiental de qualidade, que promova a sustentabilidade, traga benefícios imediatos para a atual geração e preserve o meio ambiente às gerações futuras. Marília possui uma grande quantidade de nascentes e conta com o apoio do maior protetor de nascentes do Estado de São Paulo, o Coelho da Aquaponia”, disse Cassiano.

O coordenador de serviços ambientais, Aristeu Fernandes Reis, destaca a importância deste trabalho: “Os recursos hídricos estão cada vez mais escassos em todo planeta. Apenas 0,5% da água disponível na terra é potável e está pronta para o consumo. Marília é privilegiada pela grande quantidade de nascentes e estamos desenvolvendo este trabalho com muito empenho, pois sabemos da importância destes recursos para as gerações futuras. Este olho d’água que visitamos hoje está sofrendo sérias degradações causadas por animais de grande porte, o que nos obriga a cercá-la antes de plantarmos a mata ciliar. Neste trabalho preservacionista, temos o apoio da Polícia Militar Ambiental, que realiza constantes rondas e nos apoia na proteção destas nascentes. Pedimos a colaboração da população, que evitem danos à estas áreas de preservação e jamais criem animais nestes locais, pois ações assim trata-se de crime ambiental, e, se flagrado, além da apreensão dos animais, acarretará multas e demais penalidades aos infratores.”

 

Por fim, leia mais O Mariliense

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