Projeto EcoEstação organiza associação de catadores para coleta seletiva de casa em casa

ecoestação

O Projeto EcoEstação realizou na última quarta-feira, dia 29 de dezembro, a assembleia geral de constituição para formação da Associação de Catadores de Materiais Recicláveis EcoEstação, aprovando seu estatuto social.

O Projeto EcoEstação implantou a coleta seletiva através de ecopontos fixos e agora avança para o trabalho de casa em casa, através da Associação.

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Ademar Aparecido de Jesus, o Dema, destaca a importância deste avanço para os catadores de recicláveis.

“A pandemia nos trouxe grandes complicações para realização do trabalho de coleta seletiva devido às dificuldades causadas pelos riscos de contatos e aproximações entre as pessoas. Os ecopontos fixos foram a solução encontrada para podermos dar sequência nestes trabalhos e obter nosso sustento de forma digna. Agora, agradecendo o apoio que tivemos neste período difícil, estendemos a oportunidade de trabalhar neste segmento a outros catadores. Para isso estamos nos organizando através desta associação, que permitirá a participação de outras famílias nestas atividades. Sabemos o quanto é difícil coletar recicláveis e, através dessa associação, incluiremos outros catadores que terão a oportunidade em obter rendas para o sustento de suas famílias”, afirmou Dema.

O chefe do Meio Ambiente, Cassiano Rodrigues Leite, explica a importância deste avanço para o município e convida outros catadores a se organizarem para que o poder público possa apoiá-los dentro das legislações vigentes.

“Quando os catadores se organizam através de associações ou cooperativas, podemos colaborar mais ativamente no processo de coleta seletiva destes trabalhadores. Temos como exemplo a Recicla Marília, que após essa organização, já conquistou área pública, construção de galpão para realização da triagem e segregação dos materiais e sacolas verdes para coleta de porta em porta. Estamos colaborando com essa organização da Associação de Catadores de Materiais Recicláveis EcoEstação e já procuramos outros interessados nas demais regiões do município que queiram formalizar estes trabalhos de coleta seletiva constituindo associações  ou cooperativas em seus bairros e adjacências, onde desta forma acompanharemos os trabalhos e daremos as orientações técnicas para que possam buscar recursos e apoios para o crescimento da organização. Lembramos que esta atividade exige comprometimento, dedicação e empenho dos participantes para que os resultados sejam satisfatórios. Assim, orientamos que procurem o poder público em caso de dúvidas ou necessidades de acompanhamento técnico”, disse Cassiano.

O Projeto EcoEstação possui 14 unidades de ecopontos instalados nas principais ruas e avenidas da cidade e, além da coleta seletiva, colabora com a educação ambiental sobre o tema em Marília.

 

Por fim, leia mais O Mariliense

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