Mulher morre ao cair de brinquedo infantil que simula roda gigante em restaurante

MULHER MORRE EM RODA GIGANTE MANUAL DE RESTAURANTE EM BARBACENA MG

Um vídeo impactante registrou o momento trágico em que Maria Aparecida do Carmo Silva, de 49 anos, caiu de um brinquedo que simulava uma roda gigante em um restaurante na zona rural de Barbacena, Minas Gerais, resultando em sua morte. Nas imagens, Maria Aparecida está sentada no balanço, com a trava de segurança para trás. Ao iniciar o movimento, ela colide fortemente no solo, chocando-se também contra uma barra de ferro no peito.

Após a queda, Maria Aparecida sofreu uma parada cardiorrespiratória, e apesar dos esforços dos bombeiros para reanimá-la, infelizmente não resistiu e faleceu no próprio estabelecimento. No dia do trágico acidente, cerca de 500 pessoas estavam presentes no local, e a roda gigante, situada em um parque destinado a crianças, foi imediatamente isolada.

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Uma investigação está em andamento para apurar as responsabilidades do proprietário do estabelecimento em relação aos alvarás apresentados e a eventual omissão na fiscalização do brinquedo. O homem responsável por soltar a roda gigante, que era de rotação manual, também está sob investigação, pois sua ação resultou na queda fatal de Maria Aparecida.

O prazo estipulado para a conclusão do inquérito é de 30 dias, segundo o delegado Alexandre Ramos, titular da Delegacia Especializada de Crimes Contra a Pessoa. Além disso, ficou constatado que o limite de idade previsto para o brinquedo era de 5 a 10 anos, com uma placa informativa no local.

O restaurante, que opera há 9 anos no distrito de Correia de Almeida, possui licença de funcionamento e alvará do Corpo de Bombeiros, válida até 2026. No entanto, a corporação ressalta que a avaliação, liberação e fiscalização da roda gigante não são de sua competência, sendo responsabilidade do proprietário buscar orientação junto ao Crea (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia).

O Conselho, por sua vez, destaca que o proprietário deveria ter consultado um engenheiro para a instalação do brinquedo, já que não há uma licença específica para esse tipo de equipamento. O restaurante destaca que, apesar da tragédia, os proprietários não testemunharam o momento da queda, pois estavam ocupados em outras atividades no estabelecimento.

Por fim, leia mais O Mariliense

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