Michelle Bolsonaro admite falhas de Jair, defende anistia e dispara contra Congresso e STF

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) voltou a se posicionar politicamente no último sábado (27), durante encontro do PL Mulher Nacional em Ji-Paraná (RO). Em seu discurso, ela reforçou que não pretende disputar a Presidência em 2026, deixando claro que sua meta é trabalhar pela volta de Jair Bolsonaro ao Planalto.

“Vamos trabalhar para reeleger o nosso presidente Jair Messias Bolsonaro, porque eu não quero ser presidente, eu quero ser primeira-dama”, declarou.

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Michelle admitiu que o ex-presidente cometeu “deslizes” em seus discursos durante o mandato, mas afirmou que isso não justifica a condenação do STF, que impôs a ele 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. Segundo ela, Bolsonaro já sofre restrições severas desde agosto, quando passou a cumprir prisão domiciliar.

“O meu marido teve seus direitos violados. Muito antes de ser condenado, ele já estava preso dentro de casa. Ele está preso, sim. Ele não tem liberdade de expressão, não pode andar nas ruas, não pode mandar uma mensagem para vocês, não pode usar um telefone”, criticou.

A ex-primeira-dama também defendeu o chamado PL da Anistia, mas não poupou críticas ao Congresso Nacional, acusando-o de ser omisso e enfraquecido.

“Temos um Congresso enfraquecido, que envergonha muitos dos nossos parlamentares. Um Congresso que deixou o deputado Daniel Silveira ser preso. Ali começou o início do abismo. Um Congresso que aprova, e o STF derruba. Assim, é melhor fechar o Congresso, então”, disparou.

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