Laboratório clandestino é interditado por falsificação de remédios para emagrecimento em Suzano

Laboratório clandestino é interditado por falsificação de remédios para emagrecimento em Suzano

A Polícia Civil, junto à Vigilância Sanitária, efetuou a prisão de um casal, de 44 e 46 anos, na quinta-feira (19), responsável por comercializar remédios falsificados para emagrecimento. Os criminosos estariam atuando em um laboratório clandestino que funcionava em uma casa em Suzano, na Grande São Paulo. Eles vendiam os produtos pela internet.

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Uma empresa de Goiás relatou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que recebeu uma reclamação sobre um produto que não era produzido por eles, ou seja, seu nome estaria sendo utilizado indevidamente na fabricação de produtos voltados à saúde.

Durante as investigações, a Polícia Civil descobriu que a nota fiscal da venda era emitida a partir de um endereço de Suzano. Os fiscais da Vigilância Sanitária foram até o local juntamente com agentes da Polícia Civil.

No local foi constatado que existia uma estrutura para fabricação de medicamentos. Havia diversas caixas com suplementos prontos para venda. Os suspeitos também tinham um maquinário industrial usado para encapsular medicamentos.

Em um corredor da casa que dava acesso a uma escada, os policiais encontraram um laboratório clandestino, onde supostamente eram preparados suplementos, medicamentos e produtos terapêuticos, fora das normas sanitárias. Além do maquinário, a polícia apreendeu insumos, cápsulas, medicamentos já embalados e em preparação, potes para acondicionamento, além de vasta quantidade de rótulos.

Também foram encontradas anotações de vendas que indicavam a comercialização de medicamentos para emagrecimento em cápsulas. Esses produtos, no entanto, são originalmente fabricados e comercializados apenas na forma de canetas injetáveis, o que evidenciou a falsificação, informou a Polícia Civil.

O caso foi registrado na Delegacia de Suzano e os suspeitos foram presos em flagrante por adulteração de produtos medicinais e crime contra as relações de consumo.

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