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	<title>Tech Nerd - O Mariliense</title>
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		<title>Governo de São Paulo investiu R$ 64 bilhões nas universidades desde 2023, alta de 28,9% </title>
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		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 00:05:23 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="539" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Man_20260210_Calourada_Scarpa_AJS_5120-interna3.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Man_20260210_Calourada_Scarpa_AJS_5120-interna3.jpg 990w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Man_20260210_Calourada_Scarpa_AJS_5120-interna3-300x202.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Man_20260210_Calourada_Scarpa_AJS_5120-interna3-768x517.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Governo de São Paulo investiu R$ 64 bilhões nas universidades desde 2023, alta de 28,9% </p>
<p class="wp-block-paragraph">Mais de R$ 64 bilhões para as universidades estaduais entre 2023 e 2026, R$ 5 bilhões investidos em pesquisa científica pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e a expansão da infraestrutura de inovação colocam a ciência, a tecnologia e a inovação entre as principais frentes de investimento do Governo de São Paulo. As iniciativas fortalecem desde a produção científica nas universidades até a conexão entre pesquisa, desenvolvimento tecnológico e o avanço do setor produtivo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Estamos fortalecendo a pesquisa científica, ampliando os investimentos nas universidades e criando um ambiente cada vez mais favorável para transformar conhecimento em desenvolvimento”, disse o governador Tarcísio de Freitas. “A inovação é um dos motores do desenvolvimento de São Paulo. Quando investimos em pesquisa, nas universidades e em ambientes de inovação, ampliamos a capacidade de São Paulo de desenvolver soluções, atrair investimentos e gerar empregos.”</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>LEIA MAIS: Institut Pasteur de São Paulo inicia expansão científica como centro internacional de pesquisa</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph">Os investimentos também alcançam o maior sistema público estadual de ensino superior e pesquisa do país. Entre 2023 e o fim de 2026, estão previstos mais de R$ 64 bilhões para a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp). No período anterior, os investimentos somaram R$ 49,9 bilhões, o que representa um aumento aproximado de 28,9%.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais pilares dessa estratégia é a Fapesp, que, nos últimos três anos, destinou mais de R$ 5 bilhões para estudos desenvolvidos por meio de bolsas e projetos de Auxílio à Pesquisa. Nesse período, foram contratadas 30,2 mil bolsas e 7,8 mil auxílios à pesquisa, apoiando estudos em diferentes áreas do conhecimento e ampliando a capacidade de produção científica do estado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além das universidades, São Paulo ampliou sua estrutura voltada à inovação. O Sistema Paulista de Ambientes de Inovação (SPAI) reúne atualmente 101 ambientes credenciados, entre parques tecnológicos, incubadoras, aceleradoras e centros de inovação. No início da atual gestão eram 41 ambientes, crescimento de 137%. Desde então, o investimento acumulado no programa chegou a R$ 32,5 milhões.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outro eixo dessa política é o Distrito de Inovação de São Paulo, estruturado para integrar universidades, startups, empresas e o poder público em um ambiente colaborativo de pesquisa, desenvolvimento e inovação. O objetivo é aproximar a produção científica das demandas da indústria e da sociedade, fortalecendo a transformação do conhecimento em soluções tecnológicas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os resultados são sustentados por um ecossistema que coloca São Paulo na liderança nacional da inovação. O estado concentra 31% das startups brasileiras, reúne 83% de todo o capital de risco investido no país e abriga 12 dos 22 unicórnios nacionais. Também lidera segmentos estratégicos, como agtechs, fintechs e deeptechs.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>LEIA MAIS: Fapesp destina R$ 25 milhões para inovações em software e hardware</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph">São Paulo possui o maior parque industrial do país e mantém uma carteira de aproximadamente 200 projetos de fomento com potencial para gerar cerca de 200 mil empregos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, a InvestSP concluiu 130 projetos, resultado 62% superior ao registrado no ano anterior. Entre as iniciativas está a parceria inédita firmada com a Financial Markets Advisory (FMA), da BlackRock, voltada ao fortalecimento da infraestrutura digital e ao posicionamento do estado como hub de infraestrutura digital.</p>
<p class="wp-block-paragraph">As iniciativas voltadas à inovação também chegam aos municípios. O Programa de Apoio Tecnológico aos Municípios (PATEM) já destinou mais de R$ 4,1 milhões para um pacote de 13 convênios firmados com cidades como Barra Bonita, Araraquara, Cajati e Garça. O programa oferece apoio técnico especializado para municípios que não dispõem de estrutura ou equipes suficientes para desenvolver estudos e projetos de melhoria dos serviços públicos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na mesma frente, o programa Cidades Inteligentes SP 360 incentiva a adoção de soluções tecnológicas para modernizar a gestão pública e ampliar a eficiência dos serviços urbanos, complementando a estratégia estadual de fortalecimento da ciência, da tecnologia e da inovação.</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/governo-de-sao-paulo-investiu-r-64-bilhoes-nas-universidades-desde-2023-alta-de-289/">Governo de São Paulo investiu R$ 64 bilhões nas universidades desde 2023, alta de 28,9% </a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Institut Pasteur de São Paulo inicia expansão científica como centro internacional de pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 21:03:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tech Nerd]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O Institut Pasteur de São Paulo (IPSP), sediado no Centro de Inovação da USP (InovaUSP), inicia uma nova etapa de expansão científica com a aprovação do Centro Internacional Institut Pasteur de São Paulo (CIP-IPSP). Com investimento de aproximadamente R$ 15 milhões para os próximos cinco anos, a iniciativa conta com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e consolida a parceria estratégica entre a USP, o Institut Pasteur de Paris e a Rede Pasteur. O projeto ampliará a infraestrutura de pesquisa da instituição, fortalecerá a cooperação científica internacional e criará novas oportunidades para pesquisadores brasileiros e estrangeiros desenvolverem projetos de alto impacto em saúde.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O CIP-IPSP representa a segunda fase de desenvolvimento do IPSP e foi concebido para ampliar a capacidade científica e tecnológica instalada no instituto por meio da criação de novas plataformas tecnológicas, atração de pesquisadores e professores visitantes e fortalecimento de redes internacionais de pesquisa. A iniciativa reunirá competências complementares em torno de desafios globais de saúde, incluindo doenças infecciosas emergentes e reemergentes, neurociências, medicina translacional, biodiversidade e os impactos das mudanças ambientais sobre a saúde humana, animal e ambiental.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre as ações previstas estão a implantação de quatro novas plataformas tecnológicas de pesquisa, voltadas à citometria de fluxo e imagem, produção de proteínas recombinantes, biologia estrutural e cristalografia, além do fortalecimento de coleções biológicas estratégicas. O projeto também permitirá ampliar a infraestrutura científica do IPSP, atrair novos bolsistas e técnicos de alto padrão, pesquisadores e professores visitantes do Brasil e do exterior e abrir novas oportunidades para que cientistas da USP e de outras instituições nacionais e internacionais se associem ao centro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Esta aprovação representa o reconhecimento de uma construção científica coletiva que vem sendo desenvolvida ao longo de muitos anos. O Centro Internacional permitirá ampliar nossa capacidade de pesquisa, atrair talentos e fortalecer a colaboração entre cientistas brasileiros e estrangeiros para enfrentar alguns dos maiores desafios da saúde global”, afirma Paola Minoprio, diretora executiva do IPSP.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, a nova estrutura contribuirá para acelerar a transformação do conhecimento científico em benefícios concretos para a sociedade. “Nosso objetivo é criar um ambiente cada vez mais integrado e internacional, capaz de conectar pesquisa básica, inovação tecnológica e aplicações em saúde pública. O CIP-IPSP ampliará as oportunidades de desenvolvimento de vacinas, diagnósticos, terapias e outras soluções inovadoras que possam gerar impacto real para a população”, destaca.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Baseado no conceito de Saúde Única (<em>One Health</em>), o centro promoverá uma abordagem integrada que considera as interações entre saúde humana, animal e ambiental. A iniciativa reforça ainda o papel do Brasil como um dos ambientes mais estratégicos do mundo para pesquisas em biodiversidade, doenças infecciosas, mudanças climáticas e inovação biomédica.</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/institut-pasteur-de-sao-paulo-inicia-expansao-cientifica-como-centro-internacional-de-pesquisa/">Institut Pasteur de São Paulo inicia expansão científica como centro internacional de pesquisa</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Fapesp destina R$ 25 milhões para inovações em  software e hardware</title>
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		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 20:03:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tech Nerd]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-1024x683.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-1024x683.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-1536x1024.jpg 1536w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Fapesp destina R$ 25 milhões para inovações em software e hardware Com foco em fomentar a independência tecnológica do país, a Fapesp lançou a chamada PIPE Jornada Tecnológica Soberania Digital – Fase 1 , voltada a pequenas empresas e startups paulistas capazes de transformar desafios...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-1024x683.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-1024x683.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-1536x1024.jpg 1536w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Fapesp destina R$ 25 milhões para inovações em  software e hardware</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com foco em fomentar a independência tecnológica do país, a Fapesp lançou a chamada PIPE Jornada Tecnológica Soberania Digital – Fase 1 , voltada a pequenas empresas e startups paulistas capazes de transformar desafios complexos de software e hardware em soluções inovadoras de escala global.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com um aporte total de R$ 25 milhões, a iniciativa busca integrar o ecossistema paulista na vanguarda de áreas estratégicas, como computação quântica, semicondutores e cibersegurança, oferecendo não apenas recursos não reembolsáveis, mas um ambiente propício para converter incertezas científicas em produtos e processos disruptivos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Conforme detalhado pelo coordenador de tecnologias e parcerias de inovação da FAPESP, Rodolfo Azevedo, a iniciativa vai além do financiamento tradicional: ela desafia empreendedores a provarem que, por trás de cada linha de código ou protótipo de hardware, existe um “desafio tecnológico” capaz de desafiar o estado da arte e responder às demandas urgentes de uma sociedade hiperconectada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Se o interessado em submeter um projeto já sabe fazer tudo e como vai funcionar, ele não tem um desafio tecnológico, então não tem um projeto adequado para o PIPE. O programa financia desafio tecnológico”, explicou Azevedo durante um evento on-line realizado no dia 10 de junho para esclarecer dúvidas sobre a chamada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para participar, as empresas devem estar sediadas no Estado de São Paulo e possuir até 250 funcionários, sendo possível a submissão por proponentes que ainda não possuem empresa constituída, desde que o pesquisador responsável seja um dos sócios.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Cada projeto pode receber até R$ 500 mil em financiamento, com duração de 12 meses. O processo de submissão via sistema SAGE, da Fapesp, exige atenção aos prazos: as pré-propostas devem ser enviadas até a próxima quarta-feira (24), seguidas pela apresentação da proposta completa para os projetos enquadrados até 24 de agosto de 2026. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Azevedo orientou que os proponentes iniciem os cadastros no sistema o quanto antes, especialmente no caso de empresas ainda não registradas na base da FAPESP. “Faça o seu cadastro o quanto antes. Levamos, pelo menos, 48 horas para validarmos o cadastro das empresas”, alertou o coordenador.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Eixos temáticos</h3>
<p class="wp-block-paragraph">A chamada abrange sete eixos temáticos. O eixo de Inteligência Artificial Aplicada e Generativa inclui o desenvolvimento de modelos e algoritmos voltados à automação de serviços complexos, personalização do ensino, ferramentas de suporte à decisão clínica e a otimização de fluxos financeiros. O foco é a criação de sistemas inteligentes que melhorem a produtividade e a tomada de decisão em ambientes de alta complexidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Já o tema de Microeletrônica e Semicondutores abrange desde o design até a fabricação de chips e circuitos integrados. O interesse da FAPESP reside no hardware para a indústria local, dispositivos de internet das coisas (IoT) e componentes de infraestrutura de redes. O objetivo é apoiar empresas que atuam na base da pirâmide tecnológica, criando hardware nacional que seja robusto e capaz de sustentar as inovações em softwares do futuro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Já o campo de Conectividade e Cidades Inteligentes é voltado para o desenvolvimento de hardware e software necessários para a consolidação da quinta geração de internet móvel (o 5G) e as futuras gerações de conectividade (como o 6G). Inclui a integração de satélites, gestão urbana eficiente baseada em fusão de dados de sensores e visão computacional. “É um eixo que busca transformar metrópoles em espaços mais eficientes, seguros e conectados por meio da tecnologia”, explicou Azevedo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Já o tópico de Tecnologias Quânticas e Sensores inclui a criptografia pós-quântica (essencial para a segurança do futuro contra ataques de computadores quânticos), sensores quânticos de alta precisão para metrologia e sistemas avançados de geolocalização. É o espaço para empresas que estão na fronteira da física aplicada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O eixo de Cibersegurança e Proteção de Dados foca em arquiteturas de segurança como Zero Trust (confiança zero – uma abordagem estratégica de segurança cibernética que opera sob o lema “nunca confie, sempre verifique), privacidade de dados, blindagem de infraestruturas críticas (energia, água, telecomunicações) e ferramentas avançadas para combate a fraudes digitais, que utilizam análise de dados em tempo real para mitigar riscos financeiros e operacionais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por sua vez vez, as Tecnologias Habilitadoras englobam computação em nuvem (cloud), edge computing (processamento próximo à fonte do dado), fotônica, processamento de linguagem natural, blockchain para registro seguro de informações e computação de alto desempenho (HPC). “Se a sua empresa produz o ‘motor’ que viabiliza outras inovações, este é o campo para submissão”, disse Azevedo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Uma inovação nas chamadas do PIPE Jornada Tecnológica, o tópico de Divulgação Científica busca novas formas de comunicar o conhecimento científico e tecnológico para a sociedade. O interesse é apoiar o desenvolvimento de produtos e processos — como novas plataformas, ferramentas de jornalismo de dados ou estratégias gamificadas — que traduzam temas complexos como soberania digital e IA para diferentes públicos, utilizando o próprio projeto de pesquisa da empresa como caso de teste.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Essa estrutura de eixos temáticos permite que startups não apenas resolvam problemas imediatos de mercado, mas também se posicionem dentro do ecossistema de infraestrutura tecnológica que o Estado de São Paulo pretende consolidar nos próximos anos”, avaliou Azevedo.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Estruturação da equipe</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Um dos diferenciais do programa é a flexibilidade no uso da reserva técnica, que pode ser utilizada para pagar taxas de incubação em instituições credenciadas ou para investimento em capacitação. Contudo, a estruturação da equipe é um ponto de avaliação crítico.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“É importante ter um perfil realista sobre a sua capacidade de contratação, seja na sua região ou no círculo que você consegue alcançar”, pontuou Azevedo, destacando que a equipe deve ser composta por membros que residam no Estado de São Paulo e possuam dedicação horária compatível com a execução das atividades.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para evitar a descontinuidade após a Fase 1, a empresa poderá submeter a Fase 2 Indireta a partir do 8º mês do projeto, conforme as regras vigentes no momento da submissão.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A coordenação recomenda que os interessados consultem o edital completo e o FAQ disponível no portal da FAPESP para sanar dúvidas operacionais antes da submissão.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ao preencher os campos adicionais da pré-proposta, o proponente deve descrever o problema, a incerteza técnica e a oportunidade de mercado com clareza, mantendo a cautela ao redigir o resumo público. Como ressaltado por Azevedo, o resumo será divulgado no site da FAPESP caso o projeto seja aprovado, sendo essencial que a empresa proteja seus diferenciais competitivos proprietários, o “pulo do gato” do negócio, durante a redação.</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/fapesp-destina-r-25-milhoes-para-inovacoes-em-software-e-hardware/">Fapesp destina R$ 25 milhões para inovações em  software e hardware</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Google dobra armazenamento do AI Plus para 400 GB sem aumentar preço; veja o que muda no Gemini</title>
		<link>https://omariliense.com.br/google-dobra-armazenamento-do-ai-plus-para-400-gb-sem-aumentar-preco-veja-o-que-muda-no-gemini/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tech Nerd]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/GEMINI-1024x576.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/GEMINI-1024x576.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/GEMINI-300x169.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/GEMINI-768x432.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/GEMINI.jpg 1300w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>O Google anunciou uma atualização importante para os assinantes do plano Google AI Plus, ampliando de 200 GB para 400 GB o espaço de armazenamento em nuvem disponível para os usuários. A novidade já está valendo no Brasil e não terá custo adicional para quem já assina o serviço. Com a mudança, o espaço extra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/GEMINI-1024x576.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/GEMINI-1024x576.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/GEMINI-300x169.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/GEMINI-768x432.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/GEMINI.jpg 1300w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p class="isSelectedEnd">O Google anunciou uma atualização importante para os assinantes do plano Google AI Plus, ampliando de 200 GB para 400 GB o espaço de armazenamento em nuvem disponível para os usuários. A novidade já está valendo no Brasil e não terá custo adicional para quem já assina o serviço.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com a mudança, o espaço extra poderá ser utilizado em todos os serviços vinculados à conta Google, incluindo Google Drive, Google Fotos e Gmail, beneficiando usuários que armazenam grandes volumes de arquivos, fotos, vídeos e e-mails.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em alguns países, além da ampliação da capacidade de armazenamento, a empresa também reduziu o valor da assinatura mensal de US$ 7,99 para US$ 4,99. No Brasil, o preço permanece em R$ 24,99 por mês, mas os assinantes já passaram a contar com os novos 400 GB de espaço.</p>
<h2>Plano AI Plus amplia acesso aos recursos do Gemini</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Google AI Plus é atualmente uma das opções mais acessíveis para quem deseja utilizar recursos avançados de inteligência artificial oferecidos pelo Gemini, plataforma de IA da empresa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além do armazenamento ampliado, o plano garante acesso a funcionalidades exclusivas, como ferramentas para criação de vídeos, limites de uso maiores dos modelos de inteligência artificial e suporte para upload de arquivos mais pesados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Google, a atualização faz parte de uma estratégia para tornar os recursos de IA mais acessíveis e competitivos diante do crescimento do mercado de inteligência artificial.</p>
<h2>Google One Premium passa a se chamar Google AI Plus</h2>
<p class="isSelectedEnd">Outra mudança anunciada pela companhia envolve a reformulação dos planos de assinatura. O antigo Google One Premium passa a adotar oficialmente a nomenclatura Google AI Plus, reforçando o foco da empresa nos serviços baseados em inteligência artificial.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os assinantes também foram informados sobre uma nova forma de contabilização do uso dos recursos de IA. Em vez de limites baseados apenas na quantidade de acessos, determinadas tarefas mais complexas poderão consumir uma parcela maior da capacidade computacional disponível. Os limites são renovados automaticamente a cada cinco horas.</p>
<h2>Créditos de IA deixam de fazer parte do plano básico</h2>
<p class="isSelectedEnd">A atualização também trouxe alterações no sistema de créditos utilizados em plataformas como Flow e Antigravity.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Google deixará de oferecer os 200 créditos mensais que anteriormente faziam parte do pacote básico. A partir de agora, esse benefício ficará restrito aos assinantes dos planos Google AI Pro e Google AI Ultra.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da mudança, a empresa afirma que a experiência dos usuários do AI Plus não deverá sofrer impactos significativos, já que os novos limites foram ajustados para manter o acesso às principais funcionalidades da plataforma.</p>
<h2>O que está incluído no Google AI Plus?</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os assinantes do plano passam a contar com:</p>
<ul data-spread="false">
<li>400 GB de armazenamento em nuvem para Google Drive, Gmail e Google Fotos;</li>
<li>Compartilhamento do espaço com até cinco membros da família;</li>
<li>Limites de uso até duas vezes maiores que a versão gratuita do Gemini;</li>
<li>Acesso ao Gemini Omni;</li>
<li>Ferramentas do Google Flow para criação de vídeos com inteligência artificial;</li>
<li>Maior capacidade para envio de arquivos ao Gemini;</li>
<li>Acesso ampliado aos modelos avançados da plataforma;</li>
<li>Mais recursos e maior limite de utilização no NotebookLM.</li>
</ul>
<p>Com a ampliação do armazenamento e a manutenção do preço no Brasil, o Google AI Plus se torna uma alternativa ainda mais atrativa para usuários que buscam integrar armazenamento em nuvem e inteligência artificial em uma única assinatura.</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/google-dobra-armazenamento-do-ai-plus-para-400-gb-sem-aumentar-preco-veja-o-que-muda-no-gemini/">Google dobra armazenamento do AI Plus para 400 GB sem aumentar preço; veja o que muda no Gemini</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Instituto de Pesquisas Tecnológicas de SP recebe novo Centro de Engenharia do Google</title>
		<link>https://omariliense.com.br/instituto-de-pesquisas-tecnologicas-de-sp-recebe-novo-centro-de-engenharia-do-google/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:03:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tech Nerd]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/google-1024x682.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/google-1024x682.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/google-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/google-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/google-1536x1023.jpg 1536w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/google.jpg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Instituto de Pesquisas Tecnológicas de SP recebe novo Centro de Engenharia do Google O campus do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), vinculado à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo (SCTI), recebeu nesta quarta-feira (27) o novo Centro de Engenharia do...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/google-1024x682.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/google-1024x682.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/google-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/google-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/google-1536x1023.jpg 1536w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/google.jpg 1600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Instituto de Pesquisas Tecnológicas de SP recebe novo Centro de Engenharia do Google</p>
<p class="wp-block-paragraph">O campus do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), vinculado à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo (SCTI), recebeu nesta quarta-feira (27) o novo Centro de Engenharia do Google, o segundo da empresa no Brasil. A parceria foi viabilizada em 2024, no Palácio dos Bandeirantes, por meio de um acordo de cooperação técnica. A iniciativa integra o IPT Open, programa voltado à promoção de parcerias estratégicas para pesquisa, desenvolvimento e inovação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A abertura do nosso Centro de Engenharia em São Paulo é uma verdadeira celebração do impacto positivo que geramos no Brasil ao longo dos últimos 20 anos”, afirma Fábio Coelho, presidente do Google Brasil. “O time de engenharia presente na sede de Belo Horizonte, nosso primeiro escritório de engenharia no país, é uma referência global para o Google e inovações criadas aqui hoje impactam bilhões de usuários todos os dias. Estou entusiasmado com a expansão da nossa engenharia para São Paulo e com o próximo capítulo da história do Google neste novo espaço.”</p>
<p>Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Vahan Agopyan, a presença da empresa no campus do IPT, localizado na Cidade Universitária, representa um avanço importante para a retenção de talentos no estado. “Esta é mais uma parceria de destaque que nasce no Distrito de Inovação de São Paulo. Esperamos que novas iniciativas surjam cada vez mais para fortalecer nosso ecossistema de inovação e abrir caminhos para mais pesquisadores, empreendedores e talentos em São Paulo”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O novo centro foi instalado no Prédio 1 do IPT, uma construção histórica da década de 1940. Para ocupar o espaço, o Google realizou uma ampla reforma, preservando as características originais do edifício somadas à modernidade associadas aos escritórios da empresa. As intervenções incluíram a modernização das estruturas hidráulica e elétrica, instalação de novos sistemas de ar-condicionado, além da incorporação de tecnologias de automação e segurança.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além da reforma, o Google, como contrapartida, também promoveu a revitalização de outros ambientes do IPT, destinados à implantação de uma biblioteca e de um espaço maker.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A parceria entre o Google e o IPT representa a força da colaboração entre ciência, tecnologia e setor produtivo para acelerar a inovação, impulsionar o desenvolvimento e fortalecer a formação de talentos no Brasil”, acrescenta Anderson Correa, presidente do IPT.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O complexo também inclui as novas instalações do Google Campus, hub de startups de IA, além dos primeiros Google Safety Engineering Center (GSEC) e Accessibility Discovery Center (ADC) da América Latina. Os primeiros funcionários, de 400, começarão a atuar no local em julho.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O novo Centro de Engenharia vai trabalhar em conjunto com o nosso escritório de engenharia de Belo Horizonte, onde a história do Google começou no Brasil há 20 anos”, conta Bruno Pôssas, vice-presidente global de engenharia para a Busca do Google e um dos primeiros funcionários da empresa no país. “Minha expectativa é que esse novo espaço em São Paulo, que é um celeiro de talentos em engenharia, possa contribuir para acelerar o nosso crescimento ainda mais.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">As equipes de engenharia que ocuparão o espaço atuarão principalmente no desenvolvimento de tecnologias de privacidade e segurança, incluindo recursos de Inteligência Artificial (IA), para proteger usuários globalmente – atualmente, o Google tem 13 plataformas com mais de 1 bilhão de usuários em todo o mundo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Nossos times trabalharão em novas funcionalidades de privacidade e segurança em vários produtos do Google, um trabalho essencial para proteger as pessoas no ambiente on-line”, diz Alexandre Freire, diretor sênior de engenharia para privacidade e segurança do Google e líder da engenharia em São Paulo. “Ao mesmo tempo, vamos buscar parcerias com o ecossistema em torno do novo centro de engenharia para que possamos contribuir ainda mais com o desenvolvimento do Brasil.”</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/instituto-de-pesquisas-tecnologicas-de-sp-recebe-novo-centro-de-engenharia-do-google/">Instituto de Pesquisas Tecnológicas de SP recebe novo Centro de Engenharia do Google</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Conheça o relógio desenvolvido na USP que monitorou sono dos astronautas</title>
		<link>https://omariliense.com.br/conheca-o-relogio-desenvolvido-na-usp-que-monitorou-sono-dos-astronautas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 12:03:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tech Nerd]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="498" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-1-1024x638.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-1-1024x638.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-1-300x187.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-1-768x478.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-1.jpg 1196w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Conheça o relógio desenvolvido na USP que monitorou sono dos astronautas Uma tecnologia desenvolvida em pesquisa na Universidade de São Paulo (USP) acompanhou de perto a atividade de astronautas durante a missão Artemis II. A iniciativa da Nasa, que sobrevoou a Lua por nove dias, precisava de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="498" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-1-1024x638.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-1-1024x638.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-1-300x187.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-1-768x478.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-1.jpg 1196w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Conheça o relógio desenvolvido na USP que monitorou sono dos astronautas</p>
<p>Uma tecnologia desenvolvida em pesquisa na Universidade de São Paulo (USP) acompanhou de perto a atividade de astronautas durante a missão Artemis II. A iniciativa da Nasa, que sobrevoou a Lua por nove dias, precisava de um instrumento para monitorar o sono dos tripulantes e entender como o corpo reage fora da Terra. Dentre as opções, um actígrafo desenvolvido em São Paulo desbancou grandes marcas e foi escolhido.</p>
<p>Usado como um relógio no pulso, o actígrafo monitora movimento, exposição à luz e temperatura da pele. Isso porque, fora da Terra, o corpo perde a referência de dia e noite que ajuda a organizar o sono. Isso pode desregular o descanso e aumentar o risco de falhas cognitivas e motoras.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O nosso cérebro responde à rotação da Terra por meio do ciclo claro-escuro. Quando uma nave dessas está no espaço, não existe isso”, explica o professor Mario Pedrazzoli Neto, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH/USP), especialista em cronobiologia e estudos do sono e um dos responsáveis pela pesquisa.</p>
</blockquote>
<h2 class="wp-block-heading">Do laboratório ao espaço</h2>
<p>O actígrafo já existia como ferramenta de monitoramento de movimento, mas o grupo de pesquisa avançou ao incorporar sensores de luz e temperatura da pele. A ideia era reunir, em um único aparelho, funcionalidades para entender os ritmos biológicos humanos.</p>
<p>“E a temperatura também já se sabia que tinha uma relação com o sono. Então, nós colocamos tudo em um aparelho só”, afirma Pedrazzoli, que nunca imaginou ver o equipamento sendo usado em um contexto de missão espacial.</p>
<p>Após a fase de prototipagem na universidade, a tecnologia foi escalada e aprimorada pela empresa Condor Instruments, que levou o equipamento à produção industrial. Mais tarde, o dispositivo passou a ser usado em pesquisas vinculadas ao programa Artemis.</p>
<h2 class="wp-block-heading">O que o relógio mostra sobre o sono no espaço</h2>
<p>O equipamento é usado para monitorar como os astronautas dormem em um ambiente onde o organismo perde referências como nascer e pôr do sol. Segundo o professor, isso pode desregular o sono e comprometer funções importantes para a missão.</p>
<p>“Se a pessoa ou o astronauta está privado de sono, a chance de ele cometer equívocos cognitivos e motores é muito maior”, diz.</p>
<p>O objetivo do monitoramento é justamente entender essas alterações e ajudar a criar condições mais adequadas para o descanso no espaço. Por exemplo, com alterações na iluminação da nave.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Ciência pública paulista</h2>
<p>A trajetória do equipamento também reforça o papel da ciência pública do Estado de São Paulo. A pesquisa teve origem na USP e contou com apoio da Fapesp, que financiou a construção dos protótipos, apoiou a abertura da empresa responsável pela escala produtiva e segue financiando estudos na área.</p>
<p>Segundo o professor Pedrazzoli, o equipamento também tem ajudado a investigar como a temperatura da pele se comporta durante o sono, as diferenças de descanso entre moradores de pequenas e grandes cidades e até a relação entre sono, exposição à luz e genética. </p>
<p>Para as próximas fases dos estudos, o objetivo é ampliar o uso do aparelho a grandes grupos populacionais. Isso permitirá o estabelecimento de padrões médios de sono para que a medicina possa identificar possíveis distúrbios e alterações relacionadas ao sono. O pesquisador também afirma que o dispositivo tem potencial de uso na clínica do sono, inclusive para apoiar o diagnóstico de parte desses quadros.</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/conheca-o-relogio-desenvolvido-na-usp-que-monitorou-sono-dos-astronautas/">Conheça o relógio desenvolvido na USP que monitorou sono dos astronautas</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Astronautas da Artemis II utilizam relógio com tecnologia desenvolvida na USP</title>
		<link>https://omariliense.com.br/astronautas-da-artemis-ii-utilizam-relogio-com-tecnologia-desenvolvida-na-usp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 16:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tech Nerd]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="498" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-1024x638.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-1024x638.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-300x187.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-768x478.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111.jpg 1196w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Astronautas da Artemis II utilizam relógio com tecnologia desenvolvida na USP Uma tecnologia criada na Universidade de São Paulo, o equipamento conhecido como actígrafo, alcançou reconhecimento internacional ao ser utilizada no monitoramento de astronautas em missões espaciais do programa...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="498" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-1024x638.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-1024x638.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-300x187.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111-768x478.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/11111111111111111.jpg 1196w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Astronautas da Artemis II utilizam relógio com tecnologia desenvolvida na USP</p>
<p>Uma tecnologia criada na Universidade de São Paulo, o equipamento conhecido como actígrafo, alcançou reconhecimento internacional ao ser utilizada no monitoramento de astronautas em missões espaciais do programa Artemis, da Nasa, que busca ampliar a presença humana no espaço.</p>
<p>O dispositivo, capaz de registrar de forma contínua padrões de sono, atividade e exposição à luz, foi desenvolvido na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) sob coordenação do professor Mario Pedrazzoli, especialista em cronobiologia e estudos do sono.</p>
<p>Em ambientes extremos como o espacial, compreender os ritmos circadianos é essencial para garantir a saúde, o desempenho e a segurança dos astronautas. Utilizado no pulso, ele permite o acompanhamento detalhado de variáveis como movimento corporal, intensidade luminosa e até a composição espectral da luz ambiente, incluindo a luz azul — fator determinante na regulação do ciclo sono-vigília.</p>
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<p>A tecnologia teve origem em pesquisas conduzidas na EACH/USP e contou, em sua fase inicial, com financiamento do Programa PIPE da FAPESP, iniciativa voltada à inovação em pequenas empresas. A partir dessa base científica, o dispositivo foi posteriormente aprimorado e produzido pela empresa Condor Instruments, consolidando-se como uma ferramenta de alta precisão e alcance global.</p>
<p>Diferentemente de dispositivos comerciais voltados ao bem-estar, o actígrafo desenvolvido a partir da pesquisa da USP possui foco científico, sendo amplamente utilizado em estudos nas áreas de cronobiologia, neurociências e saúde pública. Sua capacidade de monitoramento contínuo permite investigar como fatores como a exposição irregular à luz e a desorganização dos horários de sono impactam o organismo humano.</p>
<p><strong>LEIA MAIS: Estudo mapeia potenciais alvos genéticos contra a esquistossomose</strong></p>
<p>Para a EACH/USP, a utilização do dispositivo em missões espaciais representa uma conquista de grande relevância, evidenciando o impacto global da pesquisa desenvolvida na unidade e reforçando o papel da universidade pública brasileira na produção de conhecimento científico de excelência.</p>
<p>Além do uso em contextos extremos, os dados gerados pelo actígrafo também contribuem para pesquisas sobre distúrbios do sono e podem subsidiar políticas públicas voltadas à organização dos tempos sociais, com impactos diretos na qualidade de vida da população.</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/astronautas-da-artemis-ii-utilizam-relogio-com-tecnologia-desenvolvida-na-usp/">Astronautas da Artemis II utilizam relógio com tecnologia desenvolvida na USP</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Estudo mapeia potenciais alvos genéticos contra a esquistossomose</title>
		<link>https://omariliense.com.br/estudo-mapeia-potenciais-alvos-geneticos-contra-a-esquistossomose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 18:04:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tech Nerd]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="420" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20250530_labquimica-1024x538.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20250530_labquimica-1024x538.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20250530_labquimica-300x158.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20250530_labquimica-768x403.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20250530_labquimica.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Estudo mapeia potenciais alvos genéticos contra a esquistossomose Um estudo conduzido por pesquisadores do Instituto Butantan e da Universidade de São Paulo (USP) estabeleceu um novo marco na compreensão genética do Schistosoma mansoni, o verme responsável pela esquistossomose. Publicado na...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="420" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20250530_labquimica-1024x538.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20250530_labquimica-1024x538.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20250530_labquimica-300x158.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20250530_labquimica-768x403.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20250530_labquimica.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Estudo mapeia potenciais alvos genéticos contra a esquistossomose</p>
<p>Um estudo conduzido por pesquisadores do Instituto Butantan e da Universidade de São Paulo (USP) estabeleceu um novo marco na compreensão genética do <em>Schistosoma mansoni</em>, o verme responsável pela esquistossomose. Publicado na revista <em>Non-Coding RNA</em>, o trabalho utilizou métodos de bioinformática para identificar milhares de novos RNAs longos não codificantes (lncRNAs) no genoma do parasita. Os resultados ampliam significativamente o conhecimento sobre a biologia do organismo e abrem caminho para a identificação de novos alvos terapêuticos capazes de superar limitações dos tratamentos atuais.</p>
<p>Conhecida popularmente como barriga d’água, a esquistossomose é uma infecção parasitária causada por vermes do gênero <em>Schistosoma</em>. A transmissão ocorre em ambientes de água doce contaminada, onde larvas microscópicas liberadas por caramujos, chamadas cercárias, penetram ativamente pela pele durante o contato com a água. “Você não precisa ter uma ferida para ela entrar. Ela secreta proteases que ‘comem’ a pele e permitem a penetração”, explica o professor Sergio Verjovski-Almeida, coordenador do estudo.</p>
<p>Após atravessar a pele, a cercária perde a cauda e se transforma em esquistossômulo. Nesse estágio, o parasita entra na corrente sanguínea, passa pelo coração e pelos pulmões e segue até as veias do fígado. Ali, alimenta-se de sangue e amadurece até a fase adulta, diferenciando-se em macho ou fêmea. O macho, mais robusto, possui uma estrutura chamada canal ginecóforo, onde a fêmea, mais delgada, se aloja, formando um par que permanece unido por toda a vida. Juntos, migram para as veias mesentéricas, que drenam o intestino. </p>
<p>A partir daí, a fêmea passa a produzir ovos: parte deles é eliminada nas fezes, permitindo a continuidade do ciclo, mas outra parte fica retida no hospedeiro humano e é levada pela circulação, desencadeando inflamações e lesões, especialmente no fígado.</p>
<p>Atualmente, o tratamento da esquistossomose depende do praziquantel, único medicamento recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Apesar de amplamente utilizado, o fármaco apresenta limitações importantes. Ele não é eficaz contra as formas iniciais do parasita e só passa a agir após a sua maturação. Nesse estágio, as lesões no fígado já podem ter começado. </p>
<p>Além disso, o medicamento não impede as reinfecções. “Em áreas endêmicas, a população de parasitas é exposta a doses repetidas de praziquantel, o que pode favorecer o surgimento de resistência”, afirma Verjovski-Almeida. Já há indícios de redução na eficácia do tratamento. “Para interromper o ciclo da doença, seria fundamental identificar novos alvos terapêuticos que atuem logo após a infecção e, idealmente, até uma vacina”, acrescenta.</p>
<p>Com esse objetivo, os pesquisadores voltaram sua atenção para os genes não codificantes, especialmente os que dão origem aos RNAs longos não codificantes (lncRNAs). Embora não produzam proteínas, esses genes geram moléculas de RNA capazes de regular diversos processos biológicos no parasita. </p>
<p>Diferentemente dos genes codificadores, que tendem a ser altamente conservados entre espécies, os lncRNAs apresentam grande variabilidade. Na prática, isso significa que os lncRNAs podem ser alvos mais específicos do parasita, com menor risco de afetar o hospedeiro humano, reduzindo significativamente a possibilidade de toxicidade ou efeitos colaterais no uso de fármacos baseados em silenciamento gênico.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Transcriptoma</strong></h2>
<p>Para construir o estudo – apoiado pela Fapesp –, os pesquisadores reuniram quase 1.800 conjuntos de dados públicos de transcriptoma (conjunto de RNAs transcritos por uma célula, tecido ou organismo) e os integraram à versão mais atualizada e completa do genoma de <em>Schistosoma mansoni</em>. </p>
<p>A equipe adotou uma abordagem de “montagem hierárquica do transcriptoma”. Em vez de analisar uma amostra mista, os cientistas processaram separadamente os dados de cada estágio do ciclo de vida do parasita: ovo, miracídio, esporocisto, cercária, forma juvenil e adultos (macho e fêmea). Segundo Verjovski-Almeida, essa estratégia permitiu detectar transcritos de baixa expressão, como os lncRNAs, que normalmente passam despercebidos em análises globais dominadas por genes mais abundantes.</p>
<p>Ao todo, foram identificados mais de 10 mil novos genes de lncRNA, somando quase 17 mil novos transcritos. Muitos desses RNAs apresentam marcas epigenéticas típicas de genes funcionalmente ativos, o que indica que não se trata apenas de “ruído genético”, mas de elementos regulatórios relevantes. O estudo também mostra que cerca de 42% dos lncRNAs são expressos em apenas uma fase do ciclo de vida do parasita, sugerindo funções altamente especializadas.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Machos e fêmeas</strong></h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="412" src="https://www.agenciasp.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/57616.jpg" alt=""></p>
<p>Um dos achados mais importantes do estudo está na relação entre lncRNAs e o dimorfismo sexual do parasita. Ao comparar vermes machos e fêmeas, os pesquisadores identificaram quase 2 mil genes diferencialmente expressos, incluindo 635 lncRNAs. Nos machos, esses RNAs estão associados principalmente a processos estruturais, como o desenvolvimento muscular, essencial para o acasalamento. Já nas fêmeas, regulam processos ligados à replicação de DNA e ao metabolismo, refletindo a intensa produção de ovos.</p>
<p>Esse resultado é particularmente relevante porque a fêmea do parasita tem uma capacidade reprodutiva extremamente alta. “A fêmea coloca 300 a 500 ovos por dia. Isso exige uma maquinaria de replicação muito grande”, explica o coordenador do estudo. Como os ovos são os principais responsáveis pelos danos ao organismo, interferir nesse processo pode ser uma estratégia eficaz de controle. “Talvez não seja necessário matar o parasita. Se ela não colocar ovos, você interrompe a transmissão e também evita a destruição do fígado”, afirma.</p>
<p>Os próximos passos da pesquisa envolvem validar experimentalmente esses candidatos e explorar seu potencial terapêutico. Segundo Verjovski-Almeida, a ideia é avançar para testes funcionais que confirmem o papel desses RNAs no parasita. “O próximo passo será o silenciamento desses genes <em>in vitro</em> e, posteriormente, <em>in vivo</em>”, diz. Paralelamente, o grupo segue aprimorando as análises computacionais. “Estamos aperfeiçoando as análises em larga escala com ferramentas de bioinformática para priorizar os candidatos mais promissores como alvos terapêuticos, com potencial para controlar a proliferação do parasita”, conclui.</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/estudo-mapeia-potenciais-alvos-geneticos-contra-a-esquistossomose/">Estudo mapeia potenciais alvos genéticos contra a esquistossomose</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cientistas químicas são as vencedoras do Prêmio Ester Sabino 2026</title>
		<link>https://omariliense.com.br/cientistas-quimicas-sao-as-vencedoras-do-premio-ester-sabino-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 19:03:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tech Nerd]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="582" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/03/54735193151_087302e11e_k-1024x745-1.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/03/54735193151_087302e11e_k-1024x745-1.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/03/54735193151_087302e11e_k-1024x745-1-300x218.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/03/54735193151_087302e11e_k-1024x745-1-768x559.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Cientistas químicas são as vencedoras do Prêmio Ester Sabino 2026</p>
<p>Foram anunciadas nesta terça-feira (24) as vencedoras do Prêmio Ester Sabino 2026 para Mulheres Cientistas do Estado de São Paulo, promovido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado. As cientistas químicas Vanderlan da Silva Bolzani e Caroline Gaglieri foram escolhidas, nas categorias Pesquisadora Sênior e Jovem Pesquisadora, respectivamente, pela comissão julgadora, que contou com a participação de representantes das três universidades estaduais: Unesp, Unicamp e USP.</p>
<p>“São Paulo possui milhares de pesquisadoras de excelência, reconhecidas pelos seus trabalhos de qualidade ímpar em âmbito nacional e internacional. O Prêmio Ester Sabino, além de reafirmar a grandiosidade de cada pesquisadora, também busca mostrar como elas transformam a vida da sociedade e deixam um legado”, afirma Stephanie Costa, secretária executiva da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo.</p>
<p>Além da vasta produção científica com reconhecimento internacional, as vencedoras se destacam pelo perfil inspirador para mulheres e meninas na ciência e pela aplicação de pesquisas voltadas à consolidação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). A cerimônia de premiação acontece na próxima terça-feira, 31 de março às 9 horas, no Hub Green Sampa, em Pinheiros.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Pesquisadora Sênior</h2>
<p><img decoding="async" width="440" height="692" src="https://www.agenciasp.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-25-at-15.02.27.jpeg" alt=""></p>
<p>Vanderlan da Silva Bolzani (76) é professora titular do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp – Araraquara), Pesquisadora 1A do CNPq. Foi vice-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) por dois mandatos e integrou o Conselho Superior da Fapesp (2018-20122) e Conselho Científico – L’Oreal, Paris (2012-2022). Participou da criação do programa BIOTA-FAPESP, coordenou cinco projetos temáticos da Fapesp e iniciativas estratégicas como o INCT-BioNat. Também atuou em projetos de parceria Universidade/Empresa (FINEP eBNDS) e foi professora visitante na Université Pierre et Marie Curie – Paris VI. Atualmente é vice coordenadora do Programa Internacional de Pesquisa EU/Horizon Europe Biodiversa+/ BiodivNBS-Peptídeos da Biodiversidade: Riqueza Farmacológica da Natureza para o Avanço da Saúde Humana, único da América Latina neste Programa multinacional.</p>
<p>Com mais de 325 artigos publicados, alto índice de citações e ampla colaboração internacional, Bolzani consolidou-se como uma das principais referências mundiais na área, além de protagonizar avanços institucionais, como a criação da Agência de Inovação da Unesp. Sua pesquisa inédita sobre como os produtos naturais podem ser vitais para a taxonomia de plantas, está entre os estudos que levaram o professor Otto R. Gottlieb, seu orientador de mestrado e doutorado, a ser indicado ao Prêmio Nobel de Química.</p>
<p>Em 2024 foi homenageada pela American Chemical Society, única pesquisadora fora do eixo EUA/Europa. Para além de sua excelência acadêmica, Bolzani tornou-se uma importante inspiração como mulher na ciência, sendo a primeira mulher a presidir a Sociedade Brasileira de Química (SBQ). A cientista também criou o Prêmio Carolina Bori, no âmbito da SBPC, que passou a reconhecer e incentivar jovens talentos e pesquisadoras em todo o país.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Jovem Pesquisadora</h2>
<p><img decoding="async" width="955" height="935" src="https://www.agenciasp.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Caroline1.jpg-1.jpeg" alt=""></p>
<p>Caroline Gaglieri (33) é mestre em Ciência e Tecnologia de Materiais, com foco em catalisadores heterogêneos, e doutora na linha de Materiais Poliméricos Renováveis a partir de óleos vegetais, ambos pela Faculdade de Ciências da Unesp em Bauru. Atualmente, realiza pós-doutorado na mesma instituição, com bolsa Fapesp em um projeto que explora a utilização de derivados de fontes renováveis, baratas e abundantes no Brasil, para o desenvolvimento de novos sistemas de iniciação aplicáveis a resinas de origem renovável, com potencial uso em tecnologias como impressão 3D.</p>
<p>Sua pesquisa articula saúde pública, sustentabilidade e inovação tecnológica, estando alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura), o ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e o ODS 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima).</p>
<p>Sua produção científica conta com mais de 55 artigos publicados, destacando-se, entre eles, o convite para publicação em uma edição especial dedicada a Jovens Pesquisadores da Revista “Current Research in Green Chemistry and Sustainable Chemistry” em seu último ano de doutorado. Durante sua graduação, na Universidade Federal de Alfenas, no campus Poços de Caldas, contribuiu diretamente para a aproximação da universidade com a sociedade ministrando aulas no curso pré-vestibular “ENEM UNIFAL-MG” e participando do Programa de Extensão Tutorial (PET) no qual foram executados projetos junto às escolas públicas da região.</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/cientistas-quimicas-sao-as-vencedoras-do-premio-ester-sabino-2026/">Cientistas químicas são as vencedoras do Prêmio Ester Sabino 2026</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Fapesp anuncia ações para estimular a criação de startups em São Paulo</title>
		<link>https://omariliense.com.br/fapesp-anuncia-acoes-para-estimular-a-criacao-de-startups-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 15:04:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tech Nerd]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/03/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-1024x683.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/03/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-1024x683.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/03/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/03/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/03/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-1536x1024.jpg 1536w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/03/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Fapesp anuncia ações para estimular a criação de startups em São Paulo A Fapesp elaborou uma série de ações no âmbito do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) com o objetivo de impulsionar a geração de startups de base científica e tecnológica – as...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/03/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-1024x683.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/03/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-1024x683.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/03/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/03/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/03/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-1536x1024.jpg 1536w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/03/close-up-man-writing-code-laptop-scaled-1-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Fapesp anuncia ações para estimular a criação de startups em São Paulo</p>
<p>A Fapesp elaborou uma série de ações no âmbito do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) com o objetivo de impulsionar a geração de startups de base científica e tecnológica – as chamadas <em>deeptechs</em> – em São Paulo. Entre as iniciativas estão a criação do PIPE Jornada Tecnológica, com foco em setores estratégicos; incentivos para conectar a pesquisa acadêmica com o mercado; e o credenciamento de ambientes de inovação.</p>
<p>As novidades serão detalhadas em um evento on-line que acontecerá no dia 24 de março, das 9h às 12h. As inscrições devem ser feitas pelo site https://fapesp.br/18078/apresentacao-das-novas-iniciativas-do-programa-pipe. </p>
<p>A primeira chamada do PIPE Jornada Tecnológica, lançada nesta terça-feira (17), apoiará a execução de pesquisa científica e tecnológica inovativa, em qualquer grau de maturidade, orientada ao desenvolvimento de produtos ou processos inovadores com aplicação no agronegócio, sistemas alimentares ou bioeconomia.</p>
<p>O projeto deve ser executado por pequenas empresas estabelecidas no estado de São Paulo, em um período de até um ano, e representar um desafio tecnológico de interesse dela, de um cliente ou do mercado.</p>
<p>Entre os tópicos de interesse dos projetos elegíveis à chamada estão agricultura de precisão e digitalização no campo; bioprodutos e bioinsumos; sistemas alimentares saudáveis e proteínas alternativas; biotecnologia agrícola e fitossanidade; economia circular e resíduos agroindustriais; tecnologias habilitadoras e divulgação científica.</p>
<p>As propostas selecionadas serão apoiadas no âmbito do PIPE Fase 1 e poderão receber recursos de até R$ 500 mil.</p>
<p>Também estão previstas chamadas do PIPE Jornada Tecnológica voltadas aos segmentos de saúde (biofármacos e medicina de precisão), soberania digital (inteligência artificial e computação quântica), transição energética (hidrogênio verde e descarbonização) e educação (análise de dados e tecnologias assistivas).</p>
<p>“A ideia é que o PIPE Jornada Tecnológica seja uma porta de entrada para as pequenas empresas iniciarem suas trilhas de desenvolvimento tecnológico com apoio da FAPESP, até se tornarem independentes”, diz ao <strong>Pesquisa para Inovação </strong>Patricia Tedeschi, gerente de inovação da Fundação.</p>
<p>As pré-propostas devem ser submetidas até 22 de abril, com prazo para apresentação da proposta completa para as enquadradas até 17 de junho de 2026.</p>
<p>Mais informações: fapesp.br/18064 ou pelo e-mail pipe-jornada@fapesp.br.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Auxílio à Inovação Regular</strong></h2>
<p>Outra novidade do PIPE é o lançamento da primeira chamada de proposta da modalidade Auxílio à Inovação Regular, direcionada a apoiar projetos de desenvolvimento técnico-científicos, com foco na geração de soluções novas ou significativamente aprimoradas – sejam produtos, processos, modelos de negócio ou serviços –, que gerem valor econômico, social ou ambiental.</p>
<p>A expectativa é que essa modalidade de apoio atue como uma ponte estratégica para preencher o hiato existente entre a pesquisa acadêmica e o estágio inicial de uma startup.</p>
<p>“A meta é que o Auxílio à Inovação Regular contribua para avançar o TRL [Nível de Maturidade Tecnológica] de pesquisas que estão sendo desenvolvidas dentro de universidades, facilitando futuras transferências de tecnologia, licenciamentos ou a criação de spin-offs acadêmicas que poderão receber apoio do PIPE”, explica Rodolfo Azevedo, coordenador da área de tecnologias e parcerias de inovação da FAPESP.</p>
<p>Os projetos selecionados poderão receber recursos da ordem de R$ 600 mil e deverão ser executados em até três anos, sob a responsabilidade de um pesquisador responsável que possua vínculo com uma instituição sediada no Estado de São Paulo, pública ou privada, que sediará o projeto.</p>
<p>O pesquisador responsável deverá demonstrar experiência ou evidências de grande potencial de realização de projetos de inovação competitivos.</p>
<p>“O resultado do projeto tem que ser inovação. Não é publicação ou avanço do conhecimento puro, mas aplicação. O pesquisador responsável tem que definir muito claramente como ele caminhará para atingir esse objetivo”, pondera Azevedo.</p>
<p>As propostas devem ser submetidas pelo Sistema de Apoio à Gestão da FAPESP (SAGe) até 15 de junho de 2026.</p>
<p>Mais informações: fapesp.br/18067 ou pelo e-mail chamada-air@fapesp.br.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ambientes de inovação</strong></h2>
<p>Para fortalecer o processo de capacitação empreendedora dos pesquisadores participantes do PIPE, a FAPESP também lançou um edital para credenciar incubadoras para o fornecimento de serviços em projetos apoiados pelo programa.</p>
<p>A contratação da incubadora será feita diretamente pelos beneficiários do PIPE a partir do rol de incubadoras credenciadas junto à FAPESP por meio do chamamento público. Somente as incubadoras credenciadas pela Fundação poderão prestar serviços para os beneficiários do PIPE.</p>
<p>“O objetivo é integrar formalmente esses ambientes de inovação ao ecossistema da Fundação”, explica Azevedo.</p>
<p>As instituições credenciadas poderão oferecer, mediante pagamento das empresas apoiadas pelo PIPE, suporte logístico, infraestrutura física presencial e mentoria especializada nas áreas legal, contábil, regulatória e de propriedade intelectual.</p>
<p>Podem se credenciar na chamada incubadoras formalmente constituídas que disponham de infraestrutura física própria para a incubação presencial de empresas no Estado de São Paulo, não sendo permitida a modalidade de incubação virtual.</p>
<p>As instituições também deverão apresentar histórico de apoio a startups inovadoras, tendo acumulado experiência de apoio a, no mínimo, dez empresas no Estado de São Paulo e com capacidade técnica e operacional para oferecer os serviços demandados pelas empresas apoiadas pelo PIPE.</p>
<p>As propostas devem ser enviadas por e-mail até as 18h do dia 15 de abril de 2026.</p>
<p>Mais informações: fapesp.br/18038 ou pelo e-mail chamada-incubadoras@fapesp.br.</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/fapesp-anuncia-acoes-para-estimular-a-criacao-de-startups-em-sao-paulo/">Fapesp anuncia ações para estimular a criação de startups em São Paulo</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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