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	<title>Saúde Mental - O Mariliense</title>
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	<title>Saúde Mental - O Mariliense</title>
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		<title>A dor da solidão, por Sandra Campos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 23:16:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="514" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-05-at-13.58.08-1.jpeg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-05-at-13.58.08-1.jpeg 874w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-05-at-13.58.08-1-300x193.jpeg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-05-at-13.58.08-1-768x493.jpeg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Todos os dias converso com muitas pessoas e o desabafo é o mesmo: a dor da solidão. É uma dor real, um vazio no peito que independe de idade, beleza, sexo ou condição financeira. Ela simplesmente machuca. ​            Existe uma solidão que considero a pior de todas: a solidão a dois. É o abandono acompanhado. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="514" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-05-at-13.58.08-1.jpeg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-05-at-13.58.08-1.jpeg 874w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-05-at-13.58.08-1-300x193.jpeg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-05-at-13.58.08-1-768x493.jpeg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p style="text-align: justify;">Todos os dias converso com muitas pessoas e o desabafo é o mesmo: a dor da solidão. É uma dor real, um vazio no peito que independe de idade, beleza, sexo ou condição financeira. Ela simplesmente machuca.</p>
<p style="text-align: justify;">​            Existe uma solidão que considero a pior de todas: a solidão a dois. É o abandono acompanhado. Você está no sofá ao lado da pessoa, mas ela é só um corpo presente, hipnotizada pelo celular com um sorriso que nunca é para você. O desprezo e o descaso ferem profundamente a alma. Muitos casais vivem esse calvário por anos, presos pela rotina, pelos filhos ou pela dependência financeira. Eu ainda acredito que, se houver amor, é possível recomeçar com empatia. Mas, quando o afeto acaba, a relação fale dia a dia. Ninguém merece viver infeliz; nesses casos, o divórcio é o recomeço, pois a dignidade deve vir primeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">​            O segundo tipo é a solidão de quem espera um grande amor que parece nunca chegar. Nós idealizamos alguém e, na busca, nos apegamos a pessoas que não mudam. Hoje, virou rotina — principalmente entre os homens — demonstrar uma conexão maravilhosa por mensagens, fazer o encontro parecer perfeito e, no dia seguinte, simplesmente sumir sem dar explicações. Ficamos com um ponto de interrogação na mente, sem respostas para tanta frieza.</p>
<p style="text-align: justify;">​            Sabe, eu costumo dizer que temos a tendência de buscar nos outros o que vemos no espelho. Eu procuro a Sandra nas pessoas, e você busca a si mesma. Por termos amor e carinho para dar, idealizamos encontrar o mesmo nos outros. Muitas mulheres me dizem que desistiram do amor, mas, no fundo, todo ser humano quer se sentir acolhido, valorizado e protegido.</p>
<p style="text-align: justify;">​            O que fazer com a solidão? A resposta exata eu não tenho, mas sei que devemos ser felizes por nós mesmos, embora uma pessoa especial faça falta. Creia: seu grande amor vai chegar e você verá que quem passou foi só aprendizado.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>​Sandra Campos conhece na pele a dor e a transformação que nascem do sofrimento profundo. Ela perdeu seu filho de 24 anos para o suicídio. Em vez de se fechar no luto, transformou a saudade em propósito e atua como ativista pela vida através do projeto “Não te julgo, te ajudo!”. Sandra oferece acolhimento. Se o peso estiver insuportável, não passe por isso sozinho. WhatsApp: (11) 94813-7799. Você não está sozinho.</em></p>The post <a href="https://omariliense.com.br/a-dor-da-solidao-por-sandra-campos/">A dor da solidão, por Sandra Campos</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Saúde mental e desigualdade social , por André Naves</title>
		<link>https://omariliense.com.br/saude-mental-e-desigualdade-social-por-andre-naves/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 19:08:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="398" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/pexels-santiago-mitre-156925605-10719330-1024x510.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/pexels-santiago-mitre-156925605-10719330-1024x510.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/pexels-santiago-mitre-156925605-10719330-300x149.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/pexels-santiago-mitre-156925605-10719330-768x382.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/pexels-santiago-mitre-156925605-10719330-1536x765.jpg 1536w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/pexels-santiago-mitre-156925605-10719330-2048x1020.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>O Janeiro Branco chega como um chamado à responsabilidade sobre a saúde mental. Contudo, esse chamado só será verdadeiramente efetivo se deslocarmos o debate da esfera puramente individual para o centro de nossas estruturas sociais, econômicas e políticas. A saúde mental de uma nação é o reflexo de sua Justiça Social. E o que vemos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="398" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/pexels-santiago-mitre-156925605-10719330-1024x510.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/pexels-santiago-mitre-156925605-10719330-1024x510.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/pexels-santiago-mitre-156925605-10719330-300x149.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/pexels-santiago-mitre-156925605-10719330-768x382.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/pexels-santiago-mitre-156925605-10719330-1536x765.jpg 1536w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/pexels-santiago-mitre-156925605-10719330-2048x1020.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p style="text-align: justify;">O Janeiro Branco chega como um chamado à responsabilidade sobre a saúde mental. Contudo, esse chamado só será verdadeiramente efetivo se deslocarmos o debate da esfera puramente individual para o centro de nossas estruturas sociais, econômicas e políticas. A saúde mental de uma nação é o reflexo de sua Justiça Social. E o que vemos nesse espelho, hoje, é a imagem da desigualdade.
</p>
<p style="text-align: justify;">Para entendê-la melhor, precisamos falar sobre CUIDADO. O cuidado — com nossos filhos, nossos idosos, nossas pessoas com deficiência — é a viga mestra da Dignidade Humana, a argamassa que sustenta a sociedade. No Brasil, essa estrutura é mantida, em grande parte, pelo trabalho não remunerado e subvalorizado das mulheres. Dados da pesquisa &#8220;Estatísticas de Gênero&#8221; do IBGE são avassaladores: mulheres dedicam quase o dobro do tempo (21,4 horas semanais) aos afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas, em comparação com os homens (11 horas).
</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda, quando aplicamos a lente da raça, a injustiça se aprofunda sobremaneira. São as mulheres negras que arcam com a carga mais pesada. Segundo o IPEA, mulheres negras dedicam, em média, 7,7 horas a mais por semana ao trabalho de cuidado do que homens brancos. Elas representam a maior parte (65%) das trabalhadoras domésticas, uma categoria marcada pela informalidade e baixa remuneração.
</p>
<p style="text-align: justify;">Essa sobrecarga crônica não é apenas fonte de cansaço físico; é um fator de adoecimento psíquico clinicamente diagnosticado: estresse crônico, ansiedade, depressão e burnout. O Estado, ao se omitir, privatiza uma responsabilidade coletiva, depositando-a nos ombros de quem já carrega o peso histórico do racismo e do machismo estrutural.
</p>
<p style="text-align: justify;">A essa crise do cuidado, somam-se duas outras forças corrosivas: a precarização do trabalho e a desigualdade de renda. A &#8220;uberização&#8221; da economia e a informalidade, que atinge quase 40% da força de trabalho no país, criam uma legião de trabalhadores sem direitos, sem previsibilidade e sem rede de proteção. Como pode um indivíduo cuidar de sua saúde mental quando não sabe se terá renda no fim do mês? A insegurança econômica é, em si, uma forma de violência psicológica.
</p>
<p style="text-align: justify;">A desigualdade de renda no Brasil, com os 1% mais ricos detendo 28,3% da renda nacional (World Inequality Report), transforma o acesso à saúde mental, incluídos o lazer, o esporte e os tratamentos — como terapia e psiquiatria — em um privilégio de classe, e não em um Direito Universal de Saúde.
</p>
<p style="text-align: justify;">Como se não bastasse, vivemos imersos em uma terceira crise: a da sensualidade digital. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país com a maior prevalência de transtornos de ansiedade do mundo, afetando quase 10% da população.
</p>
<p style="text-align: justify;">As redes sociais, em seu atual modelo desregulado, operam como uma arapuca de ansiedade. Não por acaso, o brasileiro passa, em média, mais de 9 horas por dia online, sendo um dos povos que mais consomem redes sociais globalmente. A performance da felicidade, o culto à imagem perfeita e a comparação social constante criam um ambiente tóxico para a autoestima.
</p>
<p style="text-align: justify;">Esse ecossistema digital é o motor de um consumismo desenfreado, que nos ensina a buscar alívio para nossas angústias na próxima compra. Em um país com mais de 70% das famílias endividadas, essa pressão consumista adiciona uma camada de frustração e inadequação, um lembrete constante do que não se pode ter.</p>
<p style="text-align: justify;">O cenário é complexo: a saúde mental no Brasil adoece na confluência perversa entre o cuidado desbalanceado, o trabalho precário, a desigualdade abissal e a toxicidade digital.
</p>
<p style="text-align: justify;">É por isso que a articulação por uma Política Nacional do Cuidado robusta e efetiva é uma das pautas mais urgentes e civilizatórias de nosso tempo. Reconhecer que cuidar é trabalho, remunerá-lo dignamente, e criar uma infraestrutura pública de suporte (com creches, centros-dia para idosos, residências inclusivas, entre outros equipamentos e políticas) não é apenas uma questão de Justiça de gênero e raça. É uma Política de Saúde Mental!
</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto sociedade, precisamos construir mobilizações responsáveis que distribuam o fardo do cuidado com Justiça. Defender a regulação das plataformas digitais e combater o consumismo como falsa solução são, também, agendas de Saúde Pública.
</p>
<p style="text-align: justify;">O Janeiro Branco nos força a enxergar que não haverá paz de espírito individual enquanto persistir a guerra cruenta da desigualdade estrutural. A forma mais legítima e duradoura de cuidar de si mesmo e da própria saúde mental é lutar por uma sociedade onde o cuidado seja um ato coletivo, um compromisso de todos, e um pilar de nossa humanidade comum.
</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><i>(*) André Naves é Defensor Público Federal, especialista em Direitos Humanos e Sociais, Inclusão Social e em Economia Política. </i><a href="https://www.andrenaves.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><i>www.andrenaves.com</i></a><i> / Instagram: @andrenaves.def</i></strong></p>The post <a href="https://omariliense.com.br/saude-mental-e-desigualdade-social-por-andre-naves/">Saúde mental e desigualdade social , por André Naves</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Janeiro Branco: como identificar sinais e falar sobre saúde mental com crianças e adolescentes?</title>
		<link>https://omariliense.com.br/janeiro-branco-como-identificar-sinais-e-falar-sobre-saude-mental-com-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 20:19:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/feche-o-retrato-de-menino-triste-1024x683.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/feche-o-retrato-de-menino-triste-1024x683.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/feche-o-retrato-de-menino-triste-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/feche-o-retrato-de-menino-triste-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/feche-o-retrato-de-menino-triste-1536x1024.jpg 1536w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/feche-o-retrato-de-menino-triste-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>O Janeiro Branco é um movimento de conscientização que chama a atenção para a importância do cuidado com a saúde mental e emocional. O tema é de extrema relevância, já que o número de crianças e adolescentes que enfrentam algum tipo de transtorno psicológico, como ansiedade e depressão, cresce a cada ano. De acordo com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/feche-o-retrato-de-menino-triste-1024x683.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/feche-o-retrato-de-menino-triste-1024x683.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/feche-o-retrato-de-menino-triste-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/feche-o-retrato-de-menino-triste-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/feche-o-retrato-de-menino-triste-1536x1024.jpg 1536w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/feche-o-retrato-de-menino-triste-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p style="text-align: justify;">O Janeiro Branco é um movimento de conscientização que chama a atenção para a importância do cuidado com a saúde mental e emocional. O tema é de extrema relevância, já que o número de crianças e adolescentes que enfrentam algum tipo de transtorno psicológico, como ansiedade e depressão, cresce a cada ano.</p>
<table class="v1image v1image_resized v1image-style-align-right" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="208"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Audrey Taguti, psicopegagoga e diretora do Brazilian International School – BIS, de São Paulo, a família e a escola têm um papel central na identificação precoce e no suporte aos jovens especialmente com a grande exposição ao ambiente digital da vida moderna.</p>
<div class="ebp-auto-banner ebp-auto-conteudo-materia ebp-content-banner ebp-position-after_paragraph" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">Segundo a especialista, crianças e adolescentes frequentemente demonstram, por meio do comportamento, que estão enfrentando alguma situação de estresse ou sofrimento. Por isso, pais e responsáveis devem ficar atentos a três grandes grupos de sinais, indícios de que o jovem pode estar em sofrimento ou tentando ocultar algo.</p>
<p style="text-align: justify;">“O primeiro sinal são mudanças abruptas de comportamento, como irritabilidade, isolamento repentino ou perda de interesse por atividades que antes eram prazerosas. O segundo envolve alterações físicas, queda no rendimento escolar, ou mudanças nos padrões de sono e apetite. O terceiro alerta é o comportamento digital excessivo, com uso exagerado do celular, ou o ato de se esconder para acessar a internet e apagar conversas e histórico de navegação”, alerta.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Como falar sobre saúde mental com os filhos?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Segundo Audrey, a chave para abordar o assunto de forma leve e assertiva está no diálogo e na escuta ativa, adaptado à fase de desenvolvimento do filho. Ela sugere abordagens específicas para cada momento.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Crianças (até 10 anos)</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Nesta fase, o foco do desenvolvimento está no aspecto sensorial e motor, e a criança explora o mundo com todos os sentidos. Como elas ainda não têm um repertório verbal e cognitivo totalmente estruturado para dar nome ou compreender emoções complexas, a dica é usar o lúdico para falar sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">“Se a criança está mais chorosa, agressiva ou retraída, os pais devem se sentar com ela para brincar e, através de desenhos, bonecos ou de histórias, perguntar como o ‘personagem’ se sente. É uma maneira de a criança expressar os sentimentos sem ter que usar palavras complexas, e o adulto deve validar esses sentimentos”, orienta.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Pré-adolescentes (11 a 13 anos)</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Esse é um período em que a criança começa a buscar mais independência, a se identificar com grupos de pares e a desenvolver um senso de individualidade, questionando regras e demonstrando uma autoconsciência maior de suas vontades.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o pré-adolescente estiver lidando com situações do “mundo real”, como frustrações, dificuldades e conflitos com amigos, esportes, na escola ou em atividades sociais, os pais devem aproveitar os momentos de qualidade, como refeições ou passeios em família, para incentivar a conversa, perguntando sobre os sentimentos e desafios do dia. É crucial que o adulto participe ativamente da vida do filho, ajudando o jovem a criar estratégias saudáveis para lidar com esses desafios.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os pais não devem minimizar esses sentimentos, que para o pré-adolescente são muito reais. Devem, com paciência e empatia, manter o diálogo aberto e proporcionar um ambiente acolhedor”, orienta.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Adolescentes (14 a 19 anos)</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A adolescência é um verdadeiro turbilhão emocional, marcada por intensas mudanças físicas e hormonais. “Isso significa que o adolescente sente com intensidade e, muitas vezes, reage de maneira impulsiva. Nesta fase, o foco deve ser no acolhimento incondicional e sem julgamentos. Quando o adolescente se isola ou demonstra irritação, os pais precisam validar os sentimentos e buscar o diálogo”.</p>
<p style="text-align: justify;">A educadora enfatiza que, quando o adolescente se isola no quarto ou demonstra irritação, os pais precisam validar os sentimentos e perguntar de forma clara: “Percebi que você está mais quieto(a). O que posso fazer para te ajudar?”</p>
<p style="text-align: justify;">Audrey Taguti destaca ainda que o exemplo é essencial. Pais que demonstram estratégias saudáveis para lidar com frustrações, consequentemente ensinam aos filhos a autorregulação emocional. Mas, se os sintomas persistirem e houver prejuízo na rotina do jovem, a busca por ajuda especializada deve ser imediata.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O papel da escola</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A escola assume um papel decisivo na promoção da saúde emocional dos jovens, sendo um espaço privilegiado para identificar problemas e implementar ações preventivas. Audrey reforça que a instituição, em parceria com a família, atua como uma rede de apoio essencial. Projetos de convivência, rodas de conversa e atividades artísticas e esportivas funcionam como canais para expressão e acolhimento.</p>
<p style="text-align: justify;">“O ambiente escolar oferece espaços seguros de convivência e aprendizado prático, onde os jovens encontram diversidade e aprendem a lidar com as diferenças, resolver conflitos e desenvolver resiliência. Além disso, com a restrição do uso de celulares em sala de aula desde o ano passado, o ambiente escolar tem resgatado o encontro humano e a atenção plena, contribuindo para um maior foco e bem-estar dos alunos”, finaliza a docente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-296587 " src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/especialista-saude-mental-150x150.jpg" alt="" width="265" height="265" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/especialista-saude-mental-150x150.jpg 150w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/especialista-saude-mental-300x300.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/especialista-saude-mental-768x768.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/especialista-saude-mental.jpg 800w" sizes="(max-width: 265px) 100vw, 265px" />A especialista:</strong> Audrey Taguti<strong> </strong>acumula 41 anos de experiência e trabalho em Educação. É formada em Magistério e Pedagogia, possui pós-graduações em Psicopedagogia e Bilinguismo e é especialista em Alfabetização. É diretora pedagógica do Brazilian International School – BIS, de São Paulo/SP desde a fundação do colégio, em 2000.</em></p>The post <a href="https://omariliense.com.br/janeiro-branco-como-identificar-sinais-e-falar-sobre-saude-mental-com-criancas-e-adolescentes/">Janeiro Branco: como identificar sinais e falar sobre saúde mental com crianças e adolescentes?</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Promessas de Ano Novo: por que apenas poucas pessoas conseguem cumpri-las?</title>
		<link>https://omariliense.com.br/promessas-de-ano-novo-por-que-apenas-poucas-pessoas-conseguem-cumpri-las/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 18:31:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Promessas-1024x683.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Promessas-1024x683.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Promessas-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Promessas-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Promessas.jpg 1248w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Com a chegada do novo ano, muitas pessoas se dedicam a criar resoluções e promessas. Essa prática, amplamente difundida, varia de objetivos como praticar exercícios físicos e melhorar relacionamentos familiares até abandonar hábitos prejudiciais ou iniciar novos projetos. Porém, apesar das boas intenções, um estudo da Universidade de Scranton, nos Estados Unidos, revela que apenas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Promessas-1024x683.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Promessas-1024x683.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Promessas-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Promessas-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Promessas.jpg 1248w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p style="text-align: justify;">Com a chegada do novo ano, muitas pessoas se dedicam a criar resoluções e promessas. Essa prática, amplamente difundida, varia de objetivos como praticar exercícios físicos e melhorar relacionamentos familiares até abandonar hábitos prejudiciais ou iniciar novos projetos. Porém, apesar das boas intenções, um estudo da Universidade de Scranton, nos Estados Unidos, revela que apenas 8% das pessoas conseguem cumprir essas metas antes que mais um ciclo anual recomece.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Segundo Eduarda Basso, professora do curso de Psicologia da UniCesumar Curitiba, essa dificuldade está profundamente ligada a fatores emocionais, comportamentais e de planejamento. &#8220;As promessas fazem parte da essência humana, assim como o hábito de acreditar que algo pode mudar. O fim do ano traz consigo uma simbologia de renovação, de um recomeço com novas possibilidades. Isso gera, momentaneamente, motivação e engajamento para agir, mas, por outro lado, pode representar uma procrastinação, já que condicionamos as mudanças a um futuro incerto. Por isso, vale lembrar que o momento ideal para iniciar algo é sempre o agora&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">De acordo com a especialista, as metas mais comuns incluem estar mais presente com a família, adotar hábitos mais saudáveis, praticar exercícios físicos ou iniciar um novo curso. Esses objetivos tendem a ser prioritários porque estão ligados à segurança, aceitação pessoal e senso de pertencimento. No entanto, a realidade de quem não alcança seus objetivos está muitas vezes relacionada à falta de planejamento estruturado e ao imediatismo. &#8220;Vivemos em uma época de pressa, onde esperamos resultados instantâneos. Promessas feitas sem um plano claro ou sem considerar as limitações práticas acabam virando um amontoado de palavras, que muitas vezes serão relembradas apenas no fim do próximo ano”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Basso destaca ainda que cumprir metas exige mais do que determinação; é preciso autoconhecimento e constância. Para isso, ela sugere que as pessoas reflitam sobre suas promessas e se perguntem: “Essa meta depende apenas de mim?”, “Quais mudanças no meu ambiente podem me ajudar a cumpri-la?”, ou ainda “Quais passos práticos preciso tomar para alcançar esse objetivo?”. Ter clareza desses aspectos permite transformar intenções em ações concretas e sustentáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Outro fator importante é construir formas de manter a motivação ao longo do ano. Revisar as metas mensalmente, celebrar pequenas conquistas e ajustar os objetivos durante o percurso são técnicas eficazes para evitar desistências. Além disso, o apoio de outras pessoas pode fazer toda a diferença. “Ter uma rede de suporte fortalece o processo e pode trazer novas perspectivas para enfrentar os desafios,” afirma a docente da UniCesumar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ferramentas digitais, como aplicativos de organização e produtividade, também podem ser grandes aliadas, mas a especialista alerta que, sem disciplina e rotina, o efeito dessas soluções é limitado. Por fim, ela reforça a importância de não esperar um evento para agir. &#8220;A vida está acontecendo agora. Ao invés de apenas prometer, o segredo é priorizar ações práticas, estar em movimento, experimentar, e não ter medo de recomeçar, sempre alinhando metas aos próprios valores”, conclui.</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/promessas-de-ano-novo-por-que-apenas-poucas-pessoas-conseguem-cumpri-las/">Promessas de Ano Novo: por que apenas poucas pessoas conseguem cumpri-las?</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dia do Psicólogo: a importância da psicoterapia com profissionais qualificados, por Ana Gláucia Lima</title>
		<link>https://omariliense.com.br/dia-do-psicologo-a-importancia-da-psicoterapia-com-profissionais-qualificados-por-ana-glaucia-lima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 18:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ANA-GLAUCIA-1024x683.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ANA-GLAUCIA-1024x683.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ANA-GLAUCIA-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ANA-GLAUCIA-768x513.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ANA-GLAUCIA-1536x1025.jpg 1536w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ANA-GLAUCIA-2048x1367.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Hoje, 27 de agosto, celebramos o Dia do Psicólogo, data que nos convida a refletir sobre a relevância da psicoterapia e o papel fundamental desses profissionais na promoção da saúde mental. Nos últimos anos, falar sobre emoções, ansiedade, depressão e bem-estar psicológico deixou de ser tabu, e muitas pessoas têm buscado apoio para lidar com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ANA-GLAUCIA-1024x683.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ANA-GLAUCIA-1024x683.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ANA-GLAUCIA-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ANA-GLAUCIA-768x513.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ANA-GLAUCIA-1536x1025.jpg 1536w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ANA-GLAUCIA-2048x1367.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Hoje, 27 de agosto, celebramos o <strong>Dia do Psicólogo</strong>, data que nos convida a refletir sobre a relevância da psicoterapia e o papel fundamental desses profissionais na promoção da saúde mental.</p>
<p>Nos últimos anos, falar sobre emoções, ansiedade, depressão e bem-estar psicológico deixou de ser tabu, e muitas pessoas têm buscado apoio para lidar com suas dores e desafios. Contudo, essa procura crescente também trouxe um alerta: a disseminação de práticas terapêuticas conduzidas por pessoas sem formação em Psicologia.</p>
<p>Embora muitas vezes bem-intencionados, indivíduos que oferecem “terapias alternativas” sem formação adequada podem colocar em risco a saúde emocional de quem procura apoio. Entre os riscos, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Falta de preparo técnico</strong>: sem conhecimento científico e clínico, não há base para compreender o funcionamento psíquico e intervir de forma ética e eficaz.</li>
<li><strong>Ausência de respaldo ético</strong>: apenas psicólogos registrados no Conselho Regional de Psicologia (CRP) são fiscalizados por um código de ética, o que protege o paciente contra abusos e más práticas.</li>
<li><strong>Possível agravamento do sofrimento</strong>: intervenções inadequadas podem reforçar sintomas, aumentar a angústia ou atrasar um tratamento efetivo.</li>
<li><strong>Promessas ilusórias</strong>: muitas vezes, pessoas sem formação oferecem “curas rápidas” ou soluções milagrosas, que não correspondem à complexidade da vida psíquica.</li>
</ul>
<p><strong>Por que escolher psicólogos?</strong></p>
<p>A psicoterapia conduzida por psicólogos é fruto de anos de estudo, formação acadêmica e prática supervisionada. O trabalho desses profissionais é pautado pela ciência e pela ética, trazendo benefícios como:</p>
<ul>
<li><strong>Escuta qualificada</strong>: um espaço seguro, empático e livre de julgamentos.</li>
<li><strong>Intervenções fundamentadas em evidências científicas</strong>: diferentes abordagens psicológicas oferecem recursos para lidar com ansiedade, depressão, luto, estresse, dificuldades de relacionamento, entre outros desafios.</li>
<li><strong>Promoção de autoconhecimento e autonomia</strong>: o paciente não recebe respostas prontas, mas ferramentas para lidar melhor com suas próprias questões.</li>
<li><strong>Cuidado integral à saúde</strong>: psicólogos atuam em parceria com médicos, educadores e outros profissionais, fortalecendo a saúde como um todo.</li>
</ul>
<p>Neste Dia do Psicólogo, o convite é claro: valorizar a psicoterapia feita por quem realmente tem preparo para cuidar. Assim como não confiaríamos nossa saúde física a alguém sem formação em Medicina, também não devemos entregar nossa saúde emocional a quem não tem formação em Psicologia.</p>
<p>Buscar um psicólogo é um ato de cuidado e de responsabilidade consigo mesmo. Afinal, saúde mental é tão essencial quanto saúde física — e merece ser cuidada com seriedade.</p>
<p>Um beijo pra vocês e contem conosco!</p>
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		<title>A dor por trás da coragem: a história de Jade Damarell e a importância de falar sobre saúde mental</title>
		<link>https://omariliense.com.br/a-dor-por-tras-da-coragem-a-historia-de-jade-damarell-e-a-importancia-de-falar-sobre-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 17:27:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="916" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/JOVEM-INGLESA-894x1024.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/JOVEM-INGLESA-894x1024.jpg 894w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/JOVEM-INGLESA-262x300.jpg 262w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/JOVEM-INGLESA-768x880.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/JOVEM-INGLESA.jpg 932w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Uma jovem mulher britânica, Jade Damarell, de 32 anos, morreu em um salto de paraquedas na Inglaterra, agora a causa foi oficialmente confirmada como suicídio na última semana pelo legista Leslie Hamilton. Jade era experiente com mais de 500 saltos realizados. Ela era amada e admirada pela família, amigos e a comunidade de paraquedismo e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="916" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/JOVEM-INGLESA-894x1024.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/JOVEM-INGLESA-894x1024.jpg 894w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/JOVEM-INGLESA-262x300.jpg 262w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/JOVEM-INGLESA-768x880.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2025/08/JOVEM-INGLESA.jpg 932w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Uma jovem mulher britânica, Jade Damarell, de 32 anos, morreu em um salto de paraquedas na Inglaterra, agora a causa foi oficialmente confirmada como suicídio na última semana pelo legista Leslie Hamilton. Jade era experiente com mais de 500 saltos realizados. Ela era amada e admirada pela família, amigos e a comunidade de paraquedismo e considerada uma atleta zelosa e dedicada.</p>
<p>Uma jovem mulher linda, loira de olhos verdes, saudável, no ápice de sua forma física. Obviamente Jade era corajosa pois para dar um salto de paraquedas é necessária muita coragem e ela já tinha passado nesse teste extremo quinhentas vezes. Só no dia anterior a sua morte ela já havia saltado seis vezes.</p>
<p>Bastou uma desilusão amorosa, após o término de um breve namoro de oito meses com outro paraquedista, para que Jade tomasse uma decisão irreversível. Ela na hora do salto ela não abriu o paraquedas e desligou o sistema de emergência. Deixando mensagens de despedida para sua família no celular. Foi uma queda de 4.600 metros.</p>
<p>Estima-se que ela demorou cerca de 70 segundos para se chocar contra o solo, inacreditavelmente ela não entrou em pânico, pelo contrário, durante a queda ela ainda gravou uma mensagem para a mãe e acondicionou o celular de forma que ele não espatifasse no impacto.</p>
<p>O trágico incidente ocorreu no County Durham, nas cercanias da cidade de Newscastle. Esse tipo de atitude é quase inconcebível para a maioria das pessoas. Não obstante é mais comum do que deveria ser. A família a descreveu a jovem como “<em>brilhante, bela, audaciosa, uma pessoa realmente extraordinária</em>”. Num gesto nobre a família disse que estavam atendendo a imprensa para falar, sem constrangimentos, sobre a morte da amada filha, Jade Damarell, para “<em>contribuir com uma cultura onde problemas psicológicos sejam entendidos com apoio e gentileza, onde pessoas que passam por um forte stress sejam capazes de buscar apoio sem medo de julgamentos ou críticas</em>”.</p>
<p>Olhando de fora, poderíamos dizer: que mulher linda, poderia ter a pessoa que desejasse. Verdade. Porém só ela sabe a dor que carregava dentro de si e achou de forma errada que era o fim de tudo. No futuro poderia ter reatado o relacionamento com o namorado ou conhecido seu verdadeiro amor. Vamos tomar a morte da Jade como alerta, pois muito jovens após uma desilusão amorosa desistem de viver deixando seus sonhos pra trás e uma família dilacerada. É extremamente importante conversar sobre o assunto e a importância da rede de apoio para que a pessoa se fortaleça e veja outros caminhos.</p>
<p>Os números são alarmantes, segundo dados da OMS são cerca de 700.000 suicídios por ano, ou seja, quase 2.000 suicídios por dia no mundo. É como se todos os habitantes de uma cidade do porte Sorocaba simplesmente deixassem de existir. Ano após ano. É de extrema urgência tratar e estudar o assunto.</p>
<p>Não sou uma teórica do assunto, senti na pele esse drama, a um ano meu filho Diego Wendell de 24 anos desistiu de viver deixando um rastro de dor. Dor essa que não desejo a nenhuma família.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sandra Campos é empresária e ativista pró-vida – insta: @sandracamposaaa</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/a-dor-por-tras-da-coragem-a-historia-de-jade-damarell-e-a-importancia-de-falar-sobre-saude-mental/">A dor por trás da coragem: a história de Jade Damarell e a importância de falar sobre saúde mental</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O silêncio dos policiais que desistem de viver, por Raquel Gallinati</title>
		<link>https://omariliense.com.br/o-silencio-dos-policiais-que-desistem-de-viver-por-raquel-gallinati/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 20:32:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[fixar]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2022/09/RAQUEL-GALLINATI.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2022/09/RAQUEL-GALLINATI.jpg 960w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2022/09/RAQUEL-GALLINATI-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2022/09/RAQUEL-GALLINATI-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2022/09/RAQUEL-GALLINATI-580x387.jpg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2022/09/RAQUEL-GALLINATI-860x573.jpg 860w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>No Brasil, há uma realidade que raramente ganha espaço no debate público. Mais policiais morrem por suicídio do que em confrontos armados, seja durante o serviço ou nos dias de folga. Para muitos, o maior perigo não está nas ruas, mas dentro deles mesmos. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (2024), a principal causa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2022/09/RAQUEL-GALLINATI.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2022/09/RAQUEL-GALLINATI.jpg 960w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2022/09/RAQUEL-GALLINATI-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2022/09/RAQUEL-GALLINATI-768x512.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2022/09/RAQUEL-GALLINATI-580x387.jpg 580w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2022/09/RAQUEL-GALLINATI-860x573.jpg 860w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>No Brasil, há uma realidade que raramente ganha espaço no debate público. Mais policiais morrem por suicídio do que em confrontos armados, seja durante o serviço ou nos dias de folga. Para muitos, o maior perigo não está nas ruas, mas dentro deles mesmos. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (2024), a principal causa de morte entre policiais não é a violência que enfrentam externamente, mas aquela que se acumula em silêncio no peito até se tornar insuportável.</p>
<p>Apesar dessa realidade brutal, o tema segue negligenciado pelo poder público e subestimado pelas próprias instituições. O suicídio policial continua sendo tratado como um caso isolado, e não como sintoma de um sistema que adoece seus integrantes de forma estrutural e constante.</p>
<p>A carreira policial é, por natureza, estressante e emocionalmente desgastante. Exposição constante à violência, longas jornadas de trabalho, ameaças, risco de morte e o desprezo de uma sociedade que exige muito, mas pouco reconhece, moldam a trajetória mental de quem veste a farda ou distintivo.</p>
<p>Há, ainda, um peso mais insidioso: a cultura de invulnerabilidade imposta pelas instituições. Desde o início da formação, o policial é ensinado a resistir a tudo — dor, frio, fome, medo — sem jamais demonstrar fragilidade. O mito do “herói indestrutível” sufoca qualquer tentativa de acolhimento ou cuidado com a saúde mental. Falar sobre sofrimento ainda é visto como sinal de fraqueza.</p>
<p>Essa cultura se agrava em estruturas hierárquicas rígidas, onde o medo de punição, rebaixamento ou desqualificação impede o profissional de pedir ajuda. O resultado é previsível: traumas silenciados, sinais de esgotamento e, muitas vezes, explosões. Contra si ou contra os que estão ao redor.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Mais policiais morrem por suicídio do que em confrontos armados — e a sociedade segue em silêncio.</strong></p>
<p>A violência institucional não está apenas nas ruas. Dentro das corporações, muitos policiais enfrentam assédio moral, humilhações de superiores, transferências arbitrárias e perseguições disfarçadas de correções disciplinares. A instabilidade das escalas, a ausência de critérios objetivos para promoções e a falta de perspectiva de crescimento alimentam a desesperança.</p>
<p>Há também o fator financeiro. Baixos salários fazem com que muitos policiais façam bicos nos dias de folga para complementar a renda, aumentando o desgaste físico e mental. Lazer torna-se privilégio, e convívio familiar, exceção. Nesse ciclo, corpo e mente se esgotam, sem chance de recuperação.</p>
<p>Além disso, dívidas crescentes, uso abusivo de álcool, dependência de medicamentos e acesso facilitado a armas tornam qualquer crise emocional uma tragédia anunciada. A rede de apoio psicológico é quase inexistente. Quando há atendimento, costuma ser pontual, sem continuidade, e realizado por profissionais que muitas vezes não têm formação específica em saúde mental ocupacional ou traumas complexos.</p>
<p>A ausência de dados confiáveis sobre tentativas de suicídio agrava o problema. As instituições policiais têm estruturas fechadas e pouca transparência. Não há protocolos padronizados de acompanhamento psicológico nem diretrizes claras de prevenção. A cifra negra é regra, não exceção.  E o mais alarmante: muitas vezes, as próprias chefias são orientadas a tratar os casos com discrição excessiva — o que perpetua o estigma, apaga as estatísticas e impede a construção de políticas públicas eficazes.</p>
<p>Romper o ciclo de silêncio é urgente. Não se trata apenas de implementar “programas de apoio psicológico”, mas de reformular a lógica de cuidado nas forças de segurança. É necessário:</p>
<ul>
<li>Núcleos permanentes e independentes de saúde mental, com atendimento contínuo e sigiloso;</li>
<li>Protocolos institucionais claros de prevenção ao suicídio;</li>
<li>Formação de gestores para identificar sinais de sofrimento e agir com empatia;</li>
<li>Campanhas internas que promovam o cuidado como sinal de força — não de fraqueza;</li>
<li>Revisão de escalas, plantões e políticas de promoção, valorizando o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.</li>
</ul>
<p>Cuidar de quem cuida é a escolha de reconhecer que nenhuma instituição sobrevive sem humanidade. Investir na saúde mental dos policiais vai além de garantir segurança pública – é afirmar que toda vida tem valor, inclusive a daqueles que dedicam a própria vida para proteger as outras. Porque, antes de qualquer farda ou distintivo, existe um ser humano que precisa continuar existindo. E ninguém deveria caminhar sozinho pelo próprio abismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dra Raquel Gallinati, delegada de Polícia, Mestre em Filosofia (PUC-SP), Diretora da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil.</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/o-silencio-dos-policiais-que-desistem-de-viver-por-raquel-gallinati/">O silêncio dos policiais que desistem de viver, por Raquel Gallinati</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>COLUNA: Um Novo Tempo, por Ana Gláucia Lima</title>
		<link>https://omariliense.com.br/coluna-um-novo-tempo-por-ana-glaucia-lima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 23:50:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2023/12/TEMPO-AMPULHETA.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2023/12/TEMPO-AMPULHETA.jpg 960w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2023/12/TEMPO-AMPULHETA-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2023/12/TEMPO-AMPULHETA-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Oi, meus amigos, feliz ano novo! Que 2025 seja um novo tempo pra vocês. Um tempo de cura, de crescimento, de vitórias, conquistas, de desenvolvimento, de força. Um novo tempo. O que acontece de na mudança de um novo ano? O que de especial, sobrenatural e milagroso acontece? Acontece dentro de nós quando estamos dispostos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2023/12/TEMPO-AMPULHETA.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2023/12/TEMPO-AMPULHETA.jpg 960w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2023/12/TEMPO-AMPULHETA-300x200.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2023/12/TEMPO-AMPULHETA-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p style="text-align: justify;">Oi, meus amigos, feliz ano novo!<br />
Que 2025 seja um novo tempo pra vocês. Um tempo de cura, de crescimento, de vitórias, conquistas, de desenvolvimento, de força.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um novo tempo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que acontece de na mudança de um novo ano? O que de especial, sobrenatural e milagroso acontece?</p>
<p style="text-align: justify;">Acontece <strong>dentro de nós</strong> quando estamos dispostos em <strong>fazer acontecer</strong>. Por isso, um novo tempo é possível a qualquer tempo e a qualquer um; depende da sua <strong>disponibilidade e intencionalidade</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Que você seja determinado e intencional em tudo o que fizer, aproveitando as oportunidades, por mais ínfimas que pareçam ser. São oportunidades, que podem trazer uma grande mudança pra você e para os seus.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma dica pra você, cuide da sua <strong>alma, corpo e espírito</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cuide da sua alma, da sua mente.</strong> Mantenha seus pensamentos em conexão com o que é bom, tomando cuidado com as distorções cognitivas que podem te assombrar. Busque sempre as evidências.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cuide do seu corpo.</strong> Se mantenha em movimento e em conexão com o seu corpo porque ele diz muito sobre seu estado emocional e pode ser um marcador super importante no seu autoconhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cuide do seu espírito</strong>. Se conecte com o seu sagrado e se inspire nessa conexão que pode te trazer paz, transcendência e sentido de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, <strong>faça um NOVO TEMPO pra você</strong> e para os seus e tenha um ano cheio de surpresas maravilhosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos juntos!</p>
<p>Beijos, Ana Gláucia Lima</p>The post <a href="https://omariliense.com.br/coluna-um-novo-tempo-por-ana-glaucia-lima/">COLUNA: Um Novo Tempo, por Ana Gláucia Lima</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Coluna: O poder do silêncio, por Ana Gláucia Lima</title>
		<link>https://omariliense.com.br/coluna-o-poder-do-silencio-por-ana-glaucia-lima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 23:28:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Gláucia Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[como evitar conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[paz interior]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[silenciar]]></category>
		<category><![CDATA[silêncio]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="512" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/07/kristina-flour-BcjdbyKWquw-unsplash-1024x655.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/07/kristina-flour-BcjdbyKWquw-unsplash-1024x655.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/07/kristina-flour-BcjdbyKWquw-unsplash-300x192.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/07/kristina-flour-BcjdbyKWquw-unsplash-768x491.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/07/kristina-flour-BcjdbyKWquw-unsplash-1536x983.jpg 1536w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/07/kristina-flour-BcjdbyKWquw-unsplash-2048x1310.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Oi, meus amigos, como vocês estão? Espero que estejam bem, por aqui está tudo certo, graças a Deus. Estava refletindo por esses dias sobre o silêncio; o nosso silêncio. Pensei naquele ditado que diz: “Quem cala consente”, e não sei se este deva ser levado como uma regra em todos os contextos. Silenciar pode ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="512" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/07/kristina-flour-BcjdbyKWquw-unsplash-1024x655.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/07/kristina-flour-BcjdbyKWquw-unsplash-1024x655.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/07/kristina-flour-BcjdbyKWquw-unsplash-300x192.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/07/kristina-flour-BcjdbyKWquw-unsplash-768x491.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/07/kristina-flour-BcjdbyKWquw-unsplash-1536x983.jpg 1536w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/07/kristina-flour-BcjdbyKWquw-unsplash-2048x1310.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p style="text-align: justify;">Oi, meus amigos, como vocês estão? Espero que estejam bem, por aqui está tudo certo, graças a Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Estava refletindo por esses dias sobre o silêncio; <strong>o nosso silêncio.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pensei naquele ditado que diz: “<em>Quem cala consente</em>”, e não sei se este deva ser levado como uma regra em todos os contextos.</p>
<p style="text-align: justify;">Silenciar pode ser tanta coisa&#8230; pode ser uma <strong>habilidade</strong> de evitar conflitos desnecessários, pode ser uma <strong>estratégia</strong> de aproximação, pode ser <strong>concordar,</strong> <strong>discordar</strong>&#8230; enfim, o silêncio pode ser uma forma de comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Não precisamos falar a todo momento, não precisamos <em>“dar nossa opinião”</em> sempre, e nem precisamos ter uma opinião formada sobre tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos e somos <strong>livres</strong> para falar e silenciar. E, silenciar, não significa nada além de silenciar.</p>
<p style="text-align: justify;">As vezes somos pressionados a falar e a opinar. Isso é o que as pessoas querem de mim e de você. Não precisamos suprir as <strong>expectativas</strong> de ninguém. Precisamos exercer <strong>nosso direito</strong> de silenciar sempre que acharmos necessário e o melhor a ser feito.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem muito barulho por aí, como panelas vazias.</p>
<p style="text-align: justify;">Silencie, analise e escolha a vez de falar quando achar necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">O silêncio pode muito em seus efeitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Grande beijo pra vocês!</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-270805" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/ANA-GLAUCIA-1024x1024.jpg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/ANA-GLAUCIA-1024x1024.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/ANA-GLAUCIA-300x300.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/ANA-GLAUCIA-150x150.jpg 150w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/ANA-GLAUCIA-768x768.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/ANA-GLAUCIA.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>The post <a href="https://omariliense.com.br/coluna-o-poder-do-silencio-por-ana-glaucia-lima/">Coluna: O poder do silêncio, por Ana Gláucia Lima</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Coluna: Responsabilidade por Ana Gláucia Lima</title>
		<link>https://omariliense.com.br/coluna-responsabilidade-por-ana-glaucia-lima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[REDAÇÃO O MARILIENSE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 16:38:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Gláuca Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="800" height="556" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/RESPONSABILIDADE-1024x712.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/RESPONSABILIDADE-1024x712.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/RESPONSABILIDADE-300x209.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/RESPONSABILIDADE-768x534.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/RESPONSABILIDADE.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p>Oi, meus amores, como vocês estão? Espero que estejam bem! Estamos muito felizes com o aniversário da nossa casa, O Mariliense, e sou muito grata por fazer parte dessa família! Há anos estamos juntos, compartilhando e construindo conhecimento e levando até vocês conceitos importantes. Hoje, minha reflexão aqui é sobre a responsabilidade que o portal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="556" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/RESPONSABILIDADE-1024x712.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:15px;" decoding="async" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/RESPONSABILIDADE-1024x712.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/RESPONSABILIDADE-300x209.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/RESPONSABILIDADE-768x534.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/RESPONSABILIDADE.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p style="text-align: justify;">Oi, meus amores, como vocês estão? Espero que estejam bem!<br />
Estamos muito felizes com o aniversário da nossa casa, O Mariliense, e sou muito grata por fazer parte dessa família! Há anos estamos juntos, compartilhando e construindo conhecimento e levando até vocês conceitos importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, minha reflexão aqui é sobre a responsabilidade que o portal tem com a notícia e a informação até vocês, e, pensando nesse tema, quero te encorajar e ter essa responsabilidade também.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, somos levados a consumir tantos conteúdos com a falta dessa responsabilidade social, sendo levados a diversos lugares de inverdades e confusão. Então, da mesma forma que o nosso portal preza por estar sempre atento aos fatos e verdades, esteja você também no seu micro e macro espaço.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembre-se da parábola das <strong>3 peneiras</strong>: sempre que for transmitir uma informação, certifique-se se esta é <strong>verdade</strong>, se trará <strong>algo de bom (bondade)</strong>, e se é <strong>imprescindível (necessidade) </strong>falar e transmitir. Tenho certeza que você irá se surpreender com as peneiras, e muita coisa será mudada.</p>
<p style="text-align: justify;">Se todos fizermos isso, as FakeNews, as “fofocas”, as “inverdades” cairão por terra e teremos muito mais saúde em nossa sociedade e relacionamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Parabéns a todos que prezam por isso e parabéns ao portal O Mariliense, por mais um ano de vida!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande beijo pra vocês!</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-270805" src="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/ANA-GLAUCIA-1024x1024.jpg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/ANA-GLAUCIA-1024x1024.jpg 1024w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/ANA-GLAUCIA-300x300.jpg 300w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/ANA-GLAUCIA-150x150.jpg 150w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/ANA-GLAUCIA-768x768.jpg 768w, https://omariliense.com.br/wp-content/uploads/2024/06/ANA-GLAUCIA.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>The post <a href="https://omariliense.com.br/coluna-responsabilidade-por-ana-glaucia-lima/">Coluna: Responsabilidade por Ana Gláucia Lima</a> appeared first on <a href="https://omariliense.com.br">O Mariliense</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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