O rodeio é mais do que uma simples festa. É a expressão cultural mais genuína e enraizada do homem e da mulher do campo. Sendo uma tradição que ultrapassa gerações e segue conquistando milhões de brasileiros. E vai além, a festa do boiadeiro em uma cidade passa do fator cultural e de entretenimento, chegando a um patamar de geração de renda e fortalecimento da econômica.
Os rodeios criam centenas e dependendo do tamanho do evento, até milhares de empregos diretos e indiretos, é o que explica o empresário Ulisses Machado, o “Ulisses do Rodeio”, da Cia Saru “a festa gera um impacto econômico muito grande numa cidade e região, pois contratamos seguranças, o pessoal da limpeza, montadores de estrutura, equipe de som, iluminação, veterinários, são vários os profissionais e trabalhadores que obtêm renda e oportunidades por meio do rodeio“.
A Cia Saru vem crescendo cada vez mais e já é uma das principais referências na organização e promoção de grandiosos rodeios. Ulisses comenta “a gente também trabalha com setores da festa que movimenta muito economicamente, como a praça de alimentação e estacionamento, contratando mão de obra local, vendedores informais que são os chamados ambulantes, fornecedores e diversos profissionais e trabalhadores de apoio que conseguem levar o sustento para suas famílias através do rodeio“.
“Hotéis, restaurantes e o comércio de uma forma geral têm muita expectativa e trabalham especialmente durante a época do rodeio nas cidades, pois ele fomenta o turismo e faz com que as pessoas comprem roupas, botas, acessórios, se hospedem, enfim, é uma máquina que beneficia muita gente“, explica Ulisses do Rodeio.
O empresário finaliza, “por isso é importante ter gente que realmente entende e sabe a importância de uma festa do peão, é mais do que usar um chapéu e posar para fotos, é preciso viver e sentir as necessidades, desde o competidor, do público, até o trabalhador que monta o palco ou vende a bebida, por que o rodeio é mais do que um estilo de vida, é um meio de sobrevivência“, finalizou.