Estudo do CRECISP aponta queda acentuada no mercado imobiliário de Marília e região

venda de imóveis

O mercado imobiliário de Marília e região apresentou um desafio de desempenho em novembro de 2024, de acordo com um estudo divulgado pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECISP). A pesquisa, que abrange 88 imobiliárias de 19 cidades, revelou quedas expressivas tanto nas vendas (-14,8%) quanto nas locações (-34,7%) em comparação ao mês anterior.

As cidades consultadas foram Marília, Assis, Candido Mota, Echaporã, Garça, Guaiçara, Herculândia, Ipaussu, Lins, Oriente, Ourinhos, Palmital, Paraguaçu Paulista, Pompeia, Quatá, Ribeirão Do Sul, Tarumã, Tupã e Ubirajara.

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Vendas: Casas Dominam o Mercado

As casas lideraram as negociações, representando 86% das vendas, enquanto os apartamentos ficaram com apenas 14%. A maioria das propriedades vendidas estava situada em regiões periféricas (79,4%), com apenas 8,8% localizadas em áreas centrais e 11,8% em bairros nobres.

Perfil dos imóveis vendidos:

  • Casas:

    • 50% possuíam 2 dormitórios.
    • 28,6% tinham área útil de até 50 m².
  • Apartamentos:

    • 77,8% tinham 2 dormitórios.
    • 55,6% possuíam área útil entre 51 e 100 m².

O valor médio das propriedades ficou até R$ 200 mil, com 42,3% das vendas financiadas pela Caixa Econômica Federal. Negociações à vista e financiamentos diretos com os proprietários representaram 23,1% cada.

Locações: Preferência por Imóveis na Periferia

No segmento de locação, as casas também dominaram, representando 78% dos contratos, enquanto os apartamentos ficaram com 22%. A maior parte das novas localizações ocorreu em regiões periféricas (60%), seguidas pelas áreas centrais (35%) e nobres (5%).

Características dos imóveis alugados:

  • Casas:

    • 40,9% tinham 2 dormitórios.
    • 50% possuíam área útil entre 51 e 100 m².
  • Apartamentos:

    • 62,5% eram de 2 quartos.
    • 50% tinham até 50 m² de área útil.

Os inquilinos mostraram forte preferência por aluguéis de até R$ 1.000. A garantia mais utilizada foi o fiador (36,8%), seguida por depósito cauteloso (31,6%) e seguro-fiança (31,6%).

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