Influenciadora é condenada à 8 Anos de prisão por racismo contra filha de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso

A Justiça Federal do Rio de Janeiro condenou a influenciadora e socialite Dayane Alcântara a 8 anos e 9 meses de prisão por injúria racial e racismo contra Chissomo, conhecida como Titi, filha dos atores Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank.

O casal comemorou a decisão em uma postagem nas redes sociais, destacando a importância histórica da sentença. “É a primeira vez que o Brasil aplica uma pena de prisão em regime fechado por racismo. Apesar da demora, é um marco significativo,” afirmaram Gagliasso e Ewbank.

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O advogado de Dayane, Gil Ortozal, manifestou surpresa com a condenação e anunciou que a defesa irá recorrer da decisão. Em comunicado, Ortozal expressou que sua cliente, que reside na Bélgica, ficou “perplexa” com a severidade da pena e pediu para continuar com a defesa, destacando que o recurso é necessário devido a aspectos técnicos do caso.

Em 2017, Bruno Gagliasso registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Crimes de Informática (DRCI) após Dayane Alcântara fazer comentários ofensivos a Titi nas redes sociais. A advogada Silvia Souza, que representou o casal, descreveu a condenação como “a maior penalidade criminal por racismo registrada no Brasil,” destacando que o caso serve como um alerta contra crimes de racismo, especialmente em plataformas digitais.

Juliana Souza, outra advogada da família, chamou a decisão de “histórica,” enfatizando que a sentença demonstra que o racismo não compensa.

O processo segue em segredo de Justiça por envolver uma menor de idade.

Confira a declaração completa de Bruno e Giovanna:

“Hoje celebramos uma vitória contra o racismo, embora saibamos que essa conquista se dá devido à visibilidade que temos. Desde o sequestro de nossos ancestrais, a população negra continua a sofrer e lutar. Quando nossa filha Titi, com apenas quatro anos em 2017, foi vítima de racismo, foi um marco triste. A agressão veio de uma mulher que usou a internet para propagar seu ódio. Apesar de nossos privilégios, o processo foi longo e somente agora, em agosto de 2024, a Justiça Federal proferiu uma decisão inédita. A condenação de 8 anos e 9 meses em regime fechado é um passo importante, mas o trabalho contra o racismo continua. Agradecemos a todos que apoiaram e lutaram conosco.” — Bruno e Giovanna.

Por fim, leia mais O Mariliense

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