Médico hematologista ministra palestra sobre leucemia na Santa Casa de Marília

O médico hematologista João Victor Costardi ministra palestra sobre leucemia, neste dia 24 de fevereiro (sexta-feira), às 14h, no salão de reuniões da Santa Casa de Marília. A atividade está aberta inclusive para o público externo.

Informações importantes sobre a doença serão passadas pelo profissional, fazendo parte das ações do Fevereiro Laranja, o mês de combate à leucemia.

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A leucemia é um tipo de câncer da medula óssea, que é a “fábrica” das células do sangue. Há crescimento acelerado e anormal nas células do sangue responsáveis pela defesa do organismo, os leucócitos. Além disso, a produção de outras células normais fica prejudicada o que pode causar anemia e sangramentos.

A campanha tem como principal objetivo chamar a atenção da população sobre a importância do diagnóstico precoce, para com o tratamento adequado, aumentar sobremaneira as chances de cura.

Os principais sintomas são anemia, cansaço e fadiga, queda de imunidade, baixa na contagem de plaquetas, infecção, febre, hematomas e sangramentos espontâneos.

A identificação da doença é feita por meio de exames laboratoriais, como o hemograma, além de exames da medula, como mielograma, imunofenotipagem e cariótipo.

O tratamento da leucemia depende de qual o tipo específico da doença, porém sempre está relacionado com quimioterapia. Em alguns casos, há indicação de transplante de medula óssea. Por isso a importância de campanhas para conseguir cada vez mais candidatos à doação.

Devido à quimioterapia, o paciente pode necessitar durante o tratamento de transfusão de componentes do sangue, mais frequentemente transfusão de hemácias (devido a anemia) e transfusão de plaquetas (para evitar sangramentos).

Doação de medula óssea

Nos dias 15 e 16 de fevereiro, nas proximidades do relógio de ponto da Santa Casa de Marília, foi realizado cadastro de doadores de medula óssea, em parceria com o Hemocentro. Funcionários do hospital aderiram à campanha e fizeram a adesão.

Para ser doador, basta ter entre 18 e 34 anos e 9 meses, apresentar boas condições de saúde, não ter história de câncer, doenças no sangue, no sistema imunológico ou ainda doenças infecciosas.

Ao fazer o cadastro, o doador faz a coleta de 5 ml de sangue para testes de compatibilidade e o resultado fica arquivado no cadastro de medula óssea. Caso o doador seja compatível com algum paciente da lista de espera, ele será convidado a fazer a doação.

Sempre que um paciente necessita de doação de medula óssea é realizada busca entre os familiares dele e caso não seja encontrado um doador compatível, a busca é ampliada para o banco de doadores, que é mundial.

 

Por fim, leia mais O Mariliense

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