O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski, tomou posse nesta terça-feira (8), como membro efetivo do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Agora no órgão responsável por organizar as eleições no Brasil, Lewandowski ficará no lugar deixado por Luís Roberto Barroso, que teve seu mandato de quatro anos encerrado na Corte Eleitoral.
O ministro já ocupava o cargo de substituto e sua escolha para participar do TSE foi realizada de maneira simbólica durante uma votação que ocorreu em fevereiro. O Tribunal Superior Eleitoral é composto por sete ministros, sendo dois do STJ (Superior Tribunal de Justiça), três do STF e dois advogados com irrefutável saber jurídico. Além de Lewandowski, os ministros do Supremo, Edson Fachin, atual presidente, e Alexandre de Moraes, fazem parte do TSE.
O novo ministro do TSE tem 73 anos e foi nomeado para o Supremo pelo ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006. É formado em Direito pela USP (Universidade de São Paulo). Já foi revisor da Ação Penal 470, processo do famoso mensalão e também já relatou processos sobre as cotas raciais nas universidades federais e sobre a proibição da prática do nepotismo no serviço público.
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